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20110923

III AP-CPLP : Discurso do Presidente AP-CPLP no Encerramento

III Assembleia Parlamentar da CPLP

Díli, 17-23 de Setembro de 2011

Palavras de S.E. o Presidente do Parlamento Nacional de Timor-Leste,

Fernando La Sama de Araújo, na sessão de encerramento

Exmos. Senhores Presidentes,

Exmos. Senhores Chefes das Delegações

Exmos. Senhores Deputados,

Exmos. Senhores Secretários Gerais,

Minhas Senhoras e meus Senhores,

Caros Amigos,

Foi para nós um privilégio e uma honra organizar a III reunião da Assembleia Parlamentar da CPLP no nosso País, e recebê-los em Díli.

Permitam-me, antes de mais, manifestar, em meu nome pessoal e do Parlamento Nacional de Timor, a satisfação que sentimos por ter participado nesta Assembleia, esteio da legitimidade democrática da CPLP, fórum que vem dar voz institucional aos parlamentos nacionais na construção da nossa comunidade.

A CPLP inscreve-se hoje, mais que nunca, na actualidade e responde às exigências próprias do tempo histórico que nos é dado viver, porque supera lógicas limitadas de bilateralidade e constitui um meio privilegiado para explorar afinidades e interesses comuns, abrindo novas vias para novos desafios.

Porém, a primeira justificação da CPLP reside na partilha da língua portuguesa, língua através da qual podemos partilhar também um mesmo olhar sobre o mundo e os outros.

Da nossa língua vê-se o mar, dizia Virgílio Ferreira, e é também o mar que nos liga a todos numa relação ímpar.

Para nós timorenses, estas são, não apenas palavras poéticas, mas uma realidade plena de significado e assume particular sentido pelo muito que nos liga aos países irmãos da CPLP: o apoio indefectível durante os anos difíceis da Resistência, mas também a história partilhada, os afectos, a matriz civilista do sistema jurídico e, desde logo, a língua, língua que fizemos nossa e que forma já parte indissociável da nossa identidade cultural.

Língua que é também marca distintiva essencial para garantir a nosso êxito como Estado verdadeiramente independente e fazer a diferença na região do Mundo onde nos inserimos.

Se a Assembleia Parlamentar dá ainda os primeiros passos, sem dúvida que o caminho percorrido até agora pela CPLP nos pode e deve inspirar a querer e a fazer mais.

Isto é tanto mais relevante num mundo que mudou acentuadamente nas últimas décadas e se globalizou por via da convergência de processos tecnológicos, económicos e políticos, processo por vezes confuso e difícil de caracterizar, que obedece a uma lógica talvez questionável, mas sempre acelerado.

Neste quadro, devemos tentar encontrar soluções que permitam influenciar a lógica que lhe está subjacente e participar activamente nos processos de decisão. A resposta para os desafios com que nos defrontamos não pode hoje ser encontrada à escala nacional, como é unanimemente reconhecido.

Da nossa perspectiva, a CPLP representa também isto: um projecto que vai para além da mera cooperação ou da economia, antes traduz uma sensibilidade cultural própria, em toda a riqueza da sua diversidade.

Como foi já dito nesta Assembleia, a CPLP é expressão de um modo único e original de ser e de estar. Cada encontro como o que acabamos de realizar é ocasião para reafirmar os laços, princípios e valores presentes nos nossos estatutos e que anunciam a personalidade e natureza da CPLP.

Porém, o que aqui nos traz não é a celebração de um passado comum. Somos uma comunidade fundada na história que partilhamos mas queremos sobretudo ser uma Comunidade virada para o futuro, futuro que é nossa responsabilidade preparar hoje. E o futuro é o próprio tema desta Assembleia Parlamentar.

O aprofundamento das relações institucionais e de cooperação, culturais, económicas e sociais entre os nossos Estados tem que ser claramente assumido como objectivo prioritário. Isto é condição necessária que a CPLP se projecte na realidade concreta, na vida quotidiana dos nossos cidadãos, adquirindo verdadeira significância social e política.

A nossa Comunidade tem sabido afirmar-se como um espaço de diálogo aberto e próximo, criando uma prática de concertação político - diplomática que tem vindo a ser desenvolvida com notável êxito. E, como foi sublinhado nas intervenções que aqui tiveram lugar, tem também vindo a assumir um papel diplomático credível nas políticas externas dos países membros, permitindo potenciar capacidade de intervenção e de influência em áreas e domínios importantes.

Contudo, há ainda um enorme potencial estratégico a explorar. É por isso necessário valorizar e reforçar o papel da CPLP e definir com clareza objectivos viáveis mas ambiciosos.

Não cabem dúvidas que a primeira prioridade é a política para a língua portuguesa, uma das poucas línguas com vocação universal do século XXI, recurso valiosíssimo e de inestimável alcance, que é também um factor crítico de desenvolvimento, factor de inclusão e de participação política activa dos nossos cidadãos no mundo.

É na língua que assenta a construção do espaço CPLP, espaço onde se fala o português, espaço cultural, político e estratégico que pode e deve ter uma personalidade e uma palavra próprias no mundo contemporâneo.

Temos, pois, que definir, definir politicamente e sem equívocos, o que nos interessa e o que queremos para a língua, reconhecendo que há ainda muito a fazer e que é necessária vontade e investimento para a promover a nível mundial e introduzir o seu uso efectivo nos organismos internacionais.

Mas é também fundamental consolidar, intensificar a cooperação político -institucional e económica, encontrando formas e estruturas que o permitam fazer no respeito pelo ritmo próprio de cada um e pela diversidade que nos caracteriza.

No plano político, como assinalado pelo Vice-Presidente da Assembleia da República de Portugal, Ferro Rodrigues, é fundamental conjugar a pertença à CPLP com a presença activa noutros espaços regionais, na América Latina, em África, na União Europeia e, num futuro que esperamos próximo, na ASEAN, e assumir a vontade de influenciar o fenómeno da integração regional, marcando-o com a nossa sensibilidade e valores.

Por outro lado, a cooperação económica assente na congregação de esforços e na partilha de informações e experiências é hoje uma necessidade para superar os desafios que temos pela frente e tornará a nossa Comunidade mais forte e sólida, como bem notou a Vice-Presidente da Assembleia Nacional de Angola, Joana Lina Baptista, sendo necessário garantir um desenvolvimento sustentável mas equilibrado, que represente um benefício efectivo, concreto para os nossos Povos.

Caros Amigos,

Permitam-me dizer que creio que esta reunião, e o que dela resulta, assim como programa anual de actividades que aqui adoptámos, centrado na consolidação institucional, na estratégia de cooperação económica e na promoção da língua portuguesa como língua universal acesso à cultura e ao conhecimento, representam passos seguro, mesmo se modestos, no sentido do reforço da CPLP.

Institucionalizámos as comissões especializadas, para as áreas da Política, Estratégia, Cidadania e Circulação, Economia, Ambiente e Cooperação, Língua, Educação, Ciência e Cultura, criando assim as condições para que a AP-CPLP possa desempenhar cabalmente e com inteireza o papel que lhe cabe.

Aprovámos um conjunto de deliberações e recomendações importantes para o processo de consolidação institucional deste novo órgão da CPLP e para a projecção internacional da língua.

Reconhecendo a necessidade de abrir novos caminhos à nossa cooperação, debatemos a forma de corporizar, levando-os à prática, os Acordos de Brasília sobre a circulação de estudantes e académicos e Declaração de Luanda relativa à difusão da língua portuguesa.

Creio podermos dizer, sem risco de exagerar, que as iniciativas propostas nesta reunião de Díli, e sublinho as relativas ao alargamento do espaço de influência lusófona à Ásia, à criação de uma Agência CPLP de Cooperação Económica e de Apoio ao Económico e às Políticas Públicas da Língua e Cultura Lusófonas, podem vir a dar um impulso expressivo à nossa Comunidade.

Sobre Timor-Leste recai agora a responsabilidade de, ao longo do próximo ano, presidir à Assembleia Parlamentar da CPLP. Colhendo a experiência prévia de São Tomé e Príncipe, contamos com o apoio de todos para levar à prática o que nesta III reunião nos propusemos fazer.

Sendo um Estado jovem, experimentamos ainda muitas fragilidades e enfrenta, a vários níveis, consideráveis dificuldades. Todavia, não queria, antes de terminar e muito brevemente, deixar de dar conta dos progressos alcançados por Timor-Leste nos últimos anos e que nos deixam confiantes e optimistas quanto ao futuro.

Nos últimos anos registámos progressos na estabilidade política, no arranque do desenvolvimento económico, iniciámos o processo de modernização da economia e das infra-estruturas, a produção e distribuição de energia eléctrica e a mecanização da Agricultura, investindo também fortemente na formação dos recursos humanos, em áreas chave que vão desde a Educação à Medicina ou à Justiça, entre outras.

O modelo de gestão dos recursos naturais que adoptámos, recentemente classificado como o terceiro mais transparente no mundo e o primeiro na Ásia, permite esperar uma exploração sustentável do petróleo e do gás, numa perspectiva de longo – prazo que garanta a justiça inter – geracional e permita canalizar os proveitos desses recursos de forma a beneficiar o conjunto da sociedade, como referiu o Presidente da Assembleia Nacional de Cabo-Verde, Basílio Mossos Ramos.

Esperamos, por isso, num futuro próximo, partilhando a nossa experiência com os países irmãos da CPLP, poder vir a oferecer um contributo específico à nossa Comunidade.

Estou ciente que estas palavras representam um espírito ambicioso, mas o futuro não acontece se não o sonharmos.

Gostaria de agradecer o esforço e o empenhamento dos serviços do Parlamento Nacional, e com isto um fazer um agradecimento especial aos funcionários parlamentares, do protocolo do Estado e das forças de segurança, e à imprensa, em particular à Rádio – Televisão de Timor-Leste pela transmissão directa dos trabalhos durante estes três dias, pela vontade de tudo fazer para que esta reunião chegasse a bom porto e fosse um sucesso.

Concluo manifestando o meu profundo reconhecimento a todos os que vieram a Díli e participaram nesta III Assembleia Parlamentar da CPLP e pelo valioso contributo de todas as delegações para o êxito dos nossos trabalhos.

Desejo-vos bom regresso a casa, na expectativa de um reencontro em breve e na certeza que até lá iremos sentir saudades vossas, nossos queridos irmãos e irmãs.

Muito obrigado.

20080718

Ramos Horta e Luís Guterres na Cimeira CPLP

Lisboa - 19 de Julho de 2008

Fórum Haksesuk (FH) - A cidade de Lisboa foi escolhida para a realização da VII Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), que está prevista para os dias 24 e 25 do corrente mês.

De acordo com a nota introdutória do secretariado da CPLP, a Conferência, que agora terá lugar, novamente em Lisboa, dará continuidade ao trabalho iniciado na capital portuguesa em 1996 e prosseguido depois nos encontros realizados na Cidade da Praia (1998), em Maputo (2000), em Brasília (2002), em São Tomé (2004) e em Bissau (2006).

Os trabalhos da XIII Reunião do Conselho de Ministros e da VII Conferência de Chefes de Estado e de Governo decorrerão no Centro Cultural de Belém. Por seu turno, as reuniões dos ‘Pontos Focais da Cooperação’ e do ‘Comité de Concertação Permanente’ terão lugar na Sede do Secretariado da CPLP.

A Conferência de Chefes de Estado e de Governo realiza-se, ordinariamente, de dois em dois anos. Este órgão é a instância deliberativa superior da Organização e as suas decisões são sempre tomadas por consenso.

O Conselho de Ministros é constituído pelos Ministros dos Negócios Estrangeiros e das Relações Exteriores dos oito países membros e reúne-se, ordinariamente, uma vez por ano e, extraordinariamente, sempre que solicitado por dois terços dos Estados membros.

O Comité de Concertação Permanente reúne-se, ordinariamente, em Lisboa, na sede da CPLP, uma vez por mês e, extraordinariamente, sempre que for considerado necessário. Este Comité é coordenado pelo representante do país que detém a presidência do Conselho de Ministros.

A Reunião dos ‘Pontos Focais da Cooperação’ congrega ainda as unidades responsáveis, nos Estados-membros, pela coordenação da cooperação no âmbito da CPLP. Compete-lhe assessorar os demais órgãos da CPLP em todos os assuntos relativos à cooperação para o desenvolvimento no âmbito da Comunidade. Os ‘Pontos Focais da Cooperação’ reúnem-se, ordinariamente, duas vezes por ano.

A delegação de Timor-Leste

Relativamente à representação do Estado e Governo Timor-Leste, na Cimeira dos Chefes de Estados e de Governos da CPLP, Timor-Leste vai ser representado ao mais alto nível. O Presidente da República (PR) Dr. José Ramos Horta, apesar da fragilidade física decorrente do atentado falhado de 11/02, marcará presença na Cimeira como Chefe de Estado Timorense.

Na ausência do Primeiro-Ministro Xanana Gusmão, o Vice-Primeiro-Ministro, Dr. José Luís Guterres (LUGU), virá representar o IV Governo Constitucional da República Democrática de Timor Leste (RDTL). Na comitiva do Vice-PM encontra-se a Ministra do Trabalho e Solidariedade Social, Dra. Maria Domingas Fernandes Alves (Micató), que virá em visita oficial a Portugal, para um encontro com o seu homólogo, Dr. Vieira da Silva, Ministo do Trabalho e de Segurança Social de Portugal.

Marí Alkatiri e Filho na Comitiva de Ramos Horta

Apesar de não representar nenhum Órgão do Estado, o deputado e líder da oposição Mari Alkatiri (MA) fará parte da Comitiva do Presidente da República, Dr. Ramos Horta, como membro do Conselho do Estado (CE) para estar presente na Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP em Lisboa. A inclusão de MA e Filho na Comitiva do PR tornou-se no centro das atenções da média nacional e internacional. Tudo começou desde o encontro de Marí Alkatiri com ex-vice Presidente da Fretilin Rogério Tiago Lobato em Bali no regresso da viagem ao exterior, este fez elogíos ao Ramos Horta por ter rejeitado o Cargo na ONU na chegada à Dili e agora recebeu uma prenda de viagem ao estrangeiro? Uma presença polémica, que suscita discussões e interpretações de vária ordem. Por um lado, pode ser um gesto político por parte do PR para “agradar a gregos e troianos”. Mas, por outro lado, demonstra claramente uma demarcação da posição política do Dr. Ramos Horta em relação ao PM Xanana Gusmão.

Uma tentativa de aproximação aos adversários políticos de Xanana Gusmão?! Citando exemplos concretos: depois do indulto presidencial concedido ao Rogério Tiago Lobato (RTL) no passado dia 20 de Maio, realizou-se ainda o encontro polémico do Presidente da República com o ex-tenente Gastão Salsinha e agora, decide trazer consigo o deputado e líder da oposição Mari Alkatiri, para uma Cimeira destinada apenas aos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

PNT alia-se à Fretilin

De acordo com as fontes do Fórum Haksesuk em Díli, e no Palácio das Cinzas, a Comitiva do PR integra também o ex-líder da Fretilin, Dr. Abílio de Araújo, empresário e líder do actual Partido Nascionalista Timorense (PNT) sem assento parlamentar. O PNT, conforme adiantou o Semanario Klaak, edição 21 pág. 10, do dia 7 de Julho, este Partido ter-se-á aliado à Fretilin para a formação de um futuro Governo.

2ª oportunidade para “lavar roupa suja”?

A recente viagem de Mari Alkatiri ao Estrangeiro foi classificada, pelo Forum Haksesuk, como “uma viagem de campanha política antecipada e lavagem de roupa suja”.

A questão que se coloca sobre a inclusão de Mari Alkatiri na Comitiva do PR é simples. Será que esta viagem não será uma segunda oportunidade para a lavagem de roupa suja e fazer campanhas de eleições antecipadas?

Uma coisa é uma viagem política. Outra, bem diferente, é representar um Estado numa conferência destinada exclusivamente aos Chefes de Estados e de Governos da CPLP!

Na primeira viagem que o deputado Mari Alkatiri efectuou ao Estrangeiro em 2008, no início do mês de Junho, aquele teceu duras críticas ao IV Governo Constitucional, liderado pelo PM Xanana Gusmão, acusando-o de incompetente e de desgovernar o país. Durante a sua passagem por Angola e Portugal, as críticas dirigidas ao Estado Timorense foram repetidas chegando, mesmo, a falar dos «assuntos internos» do país durante a sua estadia no estrangeiro. Algo que, no mínimo, não reflecte o sentido da frase «não lavar roupa suja», que Mari afirmou não querer fazer, nem representa o «sentido de estado» cujo discurso não apresentou argumentos, mostrando um Mari Alkatiri debilitado, invalidando mesmo a “magnitude” da sua qualidade do orador. Isso demonstra que, como político, o Dr.Mari Alkatiri denota, cada vez mais, uma decadência da sua cultura política, conforme escreveu FH na edição 23/06/2008.

Ramos Horta em Fátima

Estando ainda por confirmar, nos dias 26 e 27 de Julho, o Chefe de Estado Timorense, Dr. Ramos Horta, fará uma visita religiosa ao Santuário de Fátima, em agradecimento a Nossa Senhora de Fátima por as três balas do atentado do dia 11/02 não lhe terem tirado a vida.

Para além dessa deslocação, o Chefe de Estado e sua Comitiva irão encontrar-se com a comunidade timorense em Lisboa. Por seu lado, o Vice-Primeiro-Ministro do IV Governo Constitucional, LUGU e Micató, seguirão até à cidade do Mondego ao encontro dos Académicos Timoresens de Coimbra (ATC), restante comunidade timorense, convidados e amigos de Timor residentes na região de Coimbra.

Timor Leste - Ser Cidadão Sem Exclusão

De acordo com uma fonte da Direcção Geral da ATC, contactada pelo FH, a reunião está marcada para o dia 26 de Julho, das 15h00 às 18h00, no Mini-Auditório da Associação Académica de Coimbra (AAC).
Por seu lado, o Presidente da ATC, Félix de Jesus, quando questionado sobre a eventual visita à cidade dos estudantes, confirmou ao FH que a reunião terá como objectivo promover o diálogo permanente entre estudantes e governantes não apenas para debater meramente questões de vivências académicas dos estudantes na Universidade de Coimbra, essenciais, mas também para levantar outras questões relacionadas com a nossa participação no desenvolvimento nacional de Timor Leste, a partir da diáspora.

E, como tal, sugerimos que o encontro com estes gernantes tivesse o seguinte tema: “Timor Leste - Ser Cidadão Sem Exclusão”. É uma realidade bem presente na comunidade timorense que deve ser ultrapassada, a questão de inclusão e exclusão. Uns pensam que lutaram demais e deviam ter mais atenção do Estado e outros que pensam lutaram menos ou nada se sintam excluídas no projecto de construção do Estado Nação.


E-mail: fhasesuk@gmail.com