VISAO MISAO OBJECTIVO SPORTIMOR FH KKN HOME FH LPV ARTIGOS FH MUZIKA LIA MENON FH RESPONDE
Congresso  Nacional de Recontrucão de Timor-Leste Frente Revolucionaria de Timor-Leste Independente Partido Democratico Frenti-Mudança FM Partido Socialista Timor Partido do Desenvolvimento Nacional Associação Social-Democrata Timorense União Nacional Democrática de Resistência Timorense União Democrática Timorense Partidu Republikanu Partido Libertasaun Povu 

Aileba Partido Democrática Republica de 

Timor Associação Popular Monarquia Timorense Partido Unidade Nacional Partido Milénio Democrático Klibur Oan Timor Asuwain Aliança Democrática Partido Timorense Democrático Partidu Democrática Liberal Partido do Desenvolvimento Popular Partido Democrata Cristão
"Hau sei PM nafatin". «Hau sei remodela governu no prepara kondisaun ba lideransa jerasaun foun iha periudu transicao politica».
H
O
M
E
Timor independente. Foi há quinze anos
Garuda soon to fly Bali-Timor Leste route
Indoneisa Ajuda Livru rihun 500 Ba Uma Matenek
Telkom to enter E. Timor market
Central Queensland fruit grower helps East Timorese...
RI in Group E with Thailand, Maldives, Timor Leste
    Timor - Indonesia
Agum Gumelar pimpin TPF jasad Lobato
Human Nature 3 Reasons Timorese Women Aren’t More Involved in Conservation Efforts
Asian Games 2014 Timor Leste, Lawan Perdana Indonesia di Asian Games 2014

sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

O Desenvolvimento Sustentável de Pequenos Estados-Ilha através de Parcerias Genuínas e Duradouras

PM TL Xanana Gusmao
É uma grande honra usar da palavra nesta III Conferência Internacional da ONU sobre um tema tão importante para o futuro colectivo e sustentável da humanidade – “ o desenvolvimento sustentável de pequenos Estados-ilha através de parcerias genuínas e duradouras”. Gostaria de agradecer ao povo e ao governo de Samoa pela organização deste evento e pela forma tão calorosa e hospitaleira como nos receberam. 

À semelhança de todos os pequenos Estados, Timor-Leste foi colonizado durante séculos e só muito recentemente alcançou a sua soberania. Neste curto período de 12 anos de independência, Timor-Leste tem vindo a construir a sua nação, estando classificado como Estado ‘frágil’ e ‘vulnerável’. Embora não possa contestar esta classificação, é importante fazer a distinção entre as instituições do Estado e as pessoas que compõem o Estado. Se por um lado tenho de admitir que as nossas instituições estatais são ainda frágeis, por outro lado posso afirmar que o nosso povo é resiliente e está determinado em construir um futuro melhor para os nossos filhos. 

Em Timor-Leste podemos estar distantes dos centros de poder globais, porém isso dá-nos a oportunidade e o tempo para olhar com atenção para o que vai acontecendo no mundo. Permite-nos ter uma perspectiva diferente que não é condicionada pelas ortodoxias económicas e políticas. 

É uma perspectiva na qual é impossível ignorar que existem 2,2 mil milhões de pessoas a viver em situação de pobreza e em nações frágeis e afectadas por conflitos; nações estas que não irão concretizar um único Objectivo de Desenvolvimento do Milénio até à data prevista de 2015. 

É uma perspectiva que nos permite ver que somos muito mais fortes enquanto Estados nação quando nos unimos para formar parcerias e alianças; quando reconhecemos os nossos desafios comuns e as nossas vulnerabilidades comuns.

É por isto que a minha pequena nação de Timor-Leste tem vindo a trabalhar em parceria com 19 outras nações caracterizadas como “nações frágeis e afectadas por conflitos”, a fim de garantir que as nossas vozes são ouvidas em debates que visam encorajar o desenvolvimento sustentável na agenda pós-2015. 

A nossa parceria chama-se ‘g7+’ e inclui pequenos Estados-ilha, a maior parte dos quais está hoje aqui presente nesta conferência. 

A parceria do‘g7+’ é uma associação voluntária de países que são ou foram afectados por conflitos e que estão agora a fazer a transição para a próxima etapa do desenvolvimento. O principal objectivo do ‘g7+’ é partilhar experiências e aprender uns com os outros, bem como defender reformas ao modo como a comunidade internacional trabalha em Estados frágeis e afectados por conflitos. 

Por exemplo, estamos a defender com viva voz que o novo conjunto de objectivos de desenvolvimento sustentável global deve incluir um objectivo autónomo sobre ‘sociedades pacíficas e inclusivas, estado de direito e instituições capazes.’ Aprendemos às nossas custas que não é possível haver desenvolvimento sem primeiro haver paz e estabilidade.

O‘g7+’está igualmente a defender acções a nível das alterações climáticas. As alterações climáticas são uma das maiores ameaças à estabilidade global, bem como à própria existência de muitos pequenos Estados-ilha. Infelizmente não há questão que melhor demonstre a concentração do poder e a negligência e o egoísmo dos ricos do que a resposta mundial à ameaça das alterações climáticas. 

O documento do Consenso de Díli, lançado no final de uma conferência sobre desenvolvimento internacional realizada em Timor-Leste,em Março de 2013, reconheceu a realidade vivida das alterações climáticas e concluiu com a seguinte nota: 

“Não fazemos parte da causa das alterações climáticas, nem tão-pouco podemos gerir sozinhos os seus efeitos inevitáveis. Precisamos responsabilizar os países que mais contribuem para o problema e granjear apoio internacional para a mitigação, adaptação e redução do risco de desastres no que se refere às alterações climáticas. Embora as nossas negociações globais continuem a não encontrar soluções, essa é mais uma razão para colocar as alterações climáticas firmemente na agenda de desenvolvimento e para criar resistência contra os impactos que já não podem ser evitados.” 

O Presidente do Palau levantou anteriormente uma questão importante: “quem irá estar ao nosso lado neste compromisso?” É importante que na Cimeira do Clima, a realizar durante este mês em Nova Iorque, possamos obter a resposta certa a esta pergunta. 

E já hoje o Primeiro-Ministro das Ilhas Cook pôs a questão de uma forma muito clara, ajudando-nos a todos a perceber o problema da falta de empenho global. 

Senhoras e senhores, 

As alterações climáticas não dizem respeito somente à subida do nível do mar e à mudança das condições climatéricas. Prendem-se igualmente com segurança alimentar, pobreza, saúde e acesso a água potável. A degradação ambiental, o aumento da insegurança em termos de alimentos e recursos, as pressões populacionais e as migrações internas e externas são apenas alguns dos factores que colocarão em risco Estados já de si vulneráveis e que irão acirrar tensões globais. 

As alterações climáticas são assim uma ameaça frontal clara à estabilidade de muitas pequenas nações-ilha. O que o mundo precisa entender é que as alterações climáticas ameaçam também a segurança internacional e que se não tivermos alicerces de estabilidade e paz podemos esquecer as nossas ambições a nível de desenvolvimento sustentável. Estimados amigos, 

Temos diante de nós uma oportunidade para garantir que a agenda de desenvolvimento pós- 2015 é verdadeiramente transformadora e que desta vez ninguém é deixado para trás. Apelo a todos nós para que agarremos a oportunidade que esta Conferência nos dá no sentido de acordarmos acções específicas para conduzir a mudança. Se me permitirdes, gostaria também de recomendar que evitemos planos excessivamente ambiciosos, em face das consequências globais da crise financeira internacional. Devemos assim adoptar programas mais realistas, faseados e viáveis. A agenda deve respeitar a distribuição equitativa de ajuda, consoante as necessidades e as prioridades de cada país. Sou totalmente favorável ao estabelecimento de melhores mecanismos de monitorização, responsabilização e implementação, tal como o Primeiro-Ministro da Papua Nova Guiné e o representante da União Europeia referiram aqui hoje. Ouvimos também o Primeiro-Ministro de Tuvalu expressar tanto a ansiedade como a esperança dos pequenos Estados-ilha. 

Se assim for, então SAMOA será verdadeiramente um grande passo em frente para que isto se torne realidade.

Nessa altura, e tal como o Presidente das Seychelles acredita no seu povo, poderemos também regressar a casa para junto dos nossos povos fortes e determinados, e canalizar a sua energia para construir instituições e parcerias globais mais fortes; parcerias estas que deverão assentar na confiança e responsabilização mútuas entre os parceiros de desenvolvimento e os recipientes. 

Precisamos agir juntos com força, coragem e união. O desenvolvimento sustentável, o progresso global e o próprio futuro dos povos de alguns pequenos Estados-ilha dependem disso. 

A noite passada, na Cerimónia Cultural de Abertura da Conferência, tivemos o melhor exemplo de como todos nós podemos trabalhar juntos como verdadeiros parceiros, assistindo às actuações incríveis de mais de 500 samoanos jovens e talentosos a trabalhar em harmonia. Todos nós devemos seguir este exemplo inspirador. 

Fa’afetai Lava 

Apia, Samoa 
1 de Setembro de 2014 
Kay Rala Xanana Gusmão

sábado, 30 de Agosto de 2014

Aniversariu Konsulta Popular ba Dala - XV

MENSAJEN BADAK S.E. PREZIDENTE TAUR MATAN RUAK NIAN BA ANIVERSÁRIU LORON KONSULTA POPULAR BA DALA – XV
PR Taur Matan Ruak
Iha tinan 15 ba kotuk povu Timor-Leste tomak ho espíritu Ukun Rasik-An la ta’uk teror no intimidasaun ba iha fatin votasaun atu deside Timo-Leste nia destinu, iha ne’ebé ohin ita sai duni nasaun ida ne’ebé livre no independente.

Iha loron espesial ida ne’e, nu’udar Xefe Estadu hakarak konvida ita hotu atu hatudu fila fali ita-nia espíritu ne’ebé uluk ita hatudu ona iha REFERENDUM 1999.

Mai ita hotu kolabora no servisu hamutuk ho dedikasaun hamutuk ho ita-nia governu no estadu, ita-nia autoridades sukus, sub-distritus no distritus atu buka objetivu ida tan ba “MORIS DI’AK”.

Hanesan ha’u nia mensajen fila fila ona ba sidadaun sira, katak Ukun An ida ne’e sei laiha valor wainhira povu ne’e sei moris mukit no ki’ak, más atu hetan MORIS DI’AK ne’e persija servisu maka’as”.

"POVU TENKE SENTE KATAK NASAUN NE'E ITA HOTU NIAN"

PARÁBENS BA LORON ANIVERSÁRIU KONSULTA POPULAR BA DALA – XV
30 AGOSTU 1999 – 30 AGOSTU 2014

quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

Timor-Leste Success

Why It Won't be the Next Failed State


The headline of Madhu Narasimhan’s recent piece (“The World’s Youngest Failed State,” August 12, 2014) is dramatic, but his assertion is unfounded and untrue. Over the years, more than a few armchair critics have prognosticated the demise of the Democratic Republic of Timor-Leste, also affectionately known as East Timor. But nation builders do not indulge notions of failure.

Just 12 years old, Timor-Leste, which emerged from 24 years of brutal occupation and four centuries of colonial exploitation, is at peace. It has a stable, democratically elected government, and it is in the process of economic development. Timor-Leste has the fastest-growing economy in the Pacific, with an 11.5 percent five-year compound annual growth, according to 2014 figures from the Washington-based Heritage Foundation. In 2014, the United Nations raised Timor-Leste from a “Low Human Development Country” to a “Medium Human Development Country” in its Human Development Report, alongside South Africa, India, and Indonesia. In the past decade, more than 2,000 schools have been built and rehabilitated across the country, and life expectancy has risen to 68 years, an increase of 11 years since independence. In just nine years, Timor-Leste’s sovereign wealth fund has grown to $16.6 billion, and prudent management has yielded higher returns. By almost any measure, these are not manifestations of doom. Like any developing nation, Timor-Leste faces many challenges. But is it a failed state? Certainly not.

A WEALTH OF RESOURCES

Timor-Leste is blessed with natural resources that give it the means to develop. We in the country’s government do not take these gifts for granted, nor do we assume that Timor-Leste’s oil and gas will last forever. But to cast a pall over the entire country, proclaiming that the end is nigh just as Timor-Leste makes progress in building itself up, is vicious and counterproductive. Pronouncements that Timor-Leste is imminently running out of oil and time are ill informed and illogical.

In fact, off Timor-Leste’s southern coast, in the Tasi Mane (the Timor Sea), are rich hydrocarbon reserves that Timor-Leste is tapping alongside Australia. It is estimated that the Timor Sea will yield an additional $60 billion in goods and services. Timor-Leste has begun the multiyear Tasi Mane Project to further develop its domestic petroleum industry and eventually generate hundreds of thousands of valuable jobs.

The Tasi Mane Project includes the construction of a supply base, refinery, and natural gas liquefaction plant, as well as a seaport and three regional airports, the first of which will be ready in 2016. The project will establish a 100-mile corridor along Timor-Leste’s southern coast, complete with infrastructure for transportation, water, and electricity. This in turn will open up 2,500 acres of hinterland suitable for such industries as livestock farming, horticulture, forestry, and processing and packing exports. In other words: economic diversification.

And let’s not forget Timor-Leste’s onshore oil potential. Across the southern coast are at least 20 known oil sites. Timor-Leste will be releasing onshore acreage for drilling for the first time in an upcoming bid round slated for late 2014 or early 2015.

THE WAY FORWARD

Few new countries blessed with oil and gas would be already taking steps to avert the so-called resource curse. But in 2010, Timor-Leste outlined a 20-year Strategic Development Plan that includes policies and programs, currently under way, to diversify by building up agriculture and tourism.

Much of Timor-Leste’s vast agricultural lands have remained untainted by pesticides and chemical fertilizers, which means that the country is poised to produce high-quality organic fruits and vegetables for a premium export market. As the country is surrounded by water, it is also in the process of developing fisheries, aquaculture, and related industries. In fact, international consumers are already enjoying tuna harvested in Timor-Leste’s waters through fishing licenses granted to Chinese and Korean firms. Food security is another priority. Improved cultivation methods put Timor-Leste on track to self-sufficiency in rice production by 2020.

As for tourism, visitors to Timor-Leste need no convincing of the magnificence of our assets. We are developing an environmentally sustainable tourism industry that respects the culture and heritage of local communities. We want our children and guests to enjoy the natural beauty of Timor-Leste for generations to come.

Of course, there is much work to be done first. Land titles must be clarified, for example, lest the state be accused of illegally appropriating land for water dams and other irrigation systems necessary for agriculture. Investors require the security of such legal assurance. This process has been ongoing, and the government is now preparing to pass a land law to govern the zoning and conveyance of land.

Aside from irrigation, other infrastructure -- roads, electricity, sanitation, health care, and telecommunications -- is necessary to support both agriculture and tourism. The development of this infrastructure is under way. Of course, progress is slow initially as the government must first write the appropriate laws and build the requisite capacity.

The 20-year Strategic Development Plan includes policies that will give every Timorese child access to high-quality primary education by 2030; provide every family access to medical services, water, and sanitation; build a network of roads and bridges to connect the country; increase the capacity of the international airport; and, by 2020, ensure the whole country has access to reliable and affordable high-speed Internet.

One point raised by Narasimhan is sound, however: a permanent maritime boundary must be delimited between Timor-Leste and Australia in the Timor Sea, in adherence to the UN Convention on the Law of the Sea. No honorable country can legitimately deprive another of this most basic sovereign right. Timor-Leste stands ready to accept the adjudication of any international court and to abide by its ruling. We invite our partner and neighbor Australia to come to the table, in good faith, to draw the line.

Rome was not built in a day or even in 12 years. Those who remember the history of their own countries should be less hasty to issue premature judgment of another.

Building a nation is among the most worthwhile of human endeavors. It is not just a job, but a calling -- and a commitment. In the face of setbacks and disappointments, leaders have two choices: to throw in the towel or to press forward. For those of us who have already sacrificed everything, spending our entire adult lives fighting for a place to call home, there is really only one

 * Home

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

Discurso de SE o Presidente Taur Matan Ruak no Almoco em Honra de SE o Presidente da Indonesia Susilo Bambang Yudhoyono

Foto PR Facebook
www.facebook.com/presidenciatl
Díli, 26 deAgosto de 2014

Senhor Presidente Susilo Bambang Yudhoyono
Madame Ani Yudhoyono
Senhor Primeiro-Ministro, senhore smembros do Governo
Senhor Ministro Marty Natalegawa
Distinta delegação
Ilustresconvidados

Excelências.

Senhor Presidente é, para mim, um privilégio e uma honra receber Vossa Excelência e a senhora Ani Yudhoyono de novo em Timor-Leste.

Em meu nome e da Isabel, dou as mais calorosas boas vindas a Vossa Excelência e à sua delegação. Desejo a todos uma boa estada em Timor-Leste e que o programa que foi organizado seja produtivo e agradável.

Esta é a terceira visita que o Senhor Presidente faza o meu país como Chefe de Estado, o que ilustra de modo eloquente as excelentes relações existentes entre Timor-Leste e a Indonésia.

A amizade e cooperação intensa que desenvolvemos devem-se à determinação dos governos dos nossos países e à vontade dos nossos povos. A opção partilhada pela paz, o diálogo e a reconciliação é o resultado de uma vontade genuína de cooperar para a estabilidade e o desenvolvimento.

O trabalho da Comissão Verdade e Amizade foi notável. A implementação das suas recomendações tem tido avanços significativos. Destaco, entre outros, os progressos na área da cooperação técnica e capacitação, incluindo administração e governação, saúde, desenvolvimento de infraestruturas, agricultura, Direitos Humanos, além, naturalmente, da implementação do passe de fronteira e da abertura de postos de fronteira.

A nossa cooperação é ampla, da segurança das fronteiras, à Defesa, e ao intercâmbio económico e cultural, que é intenso.
Esta visita será ocasião para a criação de dois novos pontos de passagem na fronteira comum.

Estamos a alargar gradualmente as facilidades para o trânsito de pessoas e o intercâmbio comercial e cultural, em benefício das populações e da dinâmica económica de ambos oslados.

Serão assinados ainda hoje novos memorandos sobre cooperação em importantes áreas, das quais destaco a Educação, a Cultura, a Economia.

Os nossos países cooperam igualmente em processos multilaterais que são pilares da segurança e confiança, na região e para além dela.

São os casos da prevenção e combate ao terrorismo, ao crime organizado, da cooperação para a proteção ambiental, entre outras.

Timor-Leste está determinado a trabalhar para reforçar as condições de paz e a confiança necessária sao desenvolvimento económico e social e de contribuir para a estabilidade e a cooperação regionais e alargar a nossa cooperação em todas as áreas mutuamente vantajosas.

O nosso país tem em curso vultuosos investimentos para a modernização e diversificação da nossa economia.

Estes investimentos constituem não apenas projetos para o desenvolvimento social das nossas populações, mas são igualmente fato ressignificativos para a dinamização da economia regional.

Um quadro de cooperação tripartida com a Indonésia, especialmente as províncias mais próximas, e o Norte da Australia podepotenciar, significativamente, a escala das economias envolvidas e a cooperação económica regional.

A assinatura, nesta visita, de um memorando para constituição do grupo de trabalho que irá abordar as potencialidades do Desenvolvimento Económico Regional Integrado é um passo do maior relevo para o alargamento da cooperação económica.

Timor-Leste é membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, a que presidimos no biénio 2014-2016.

A CPLP é uma organização pluri-continental, cujos Estados-membros têm também sólida integração nas associações de Estados das respetivas regiões.

A CPLP pode ser uma plataforma, parapotenciar a cooperação inter-regional, incluindo com a ASEAN, com vantagens mútuas para todas as partes.

Continuamos a preparar-nos ativamente para a adesão plena à ASEAN. Reitero ao senhor Presidente Susilo Bambang Yudhoyono o nosso reconhecimento, pelo seu empenhamento e o sólido apoio da Indonésia ao nosso pedido de adesão.

Excelências.

Quero agradecer a contribuição do senhor Presidente Susilo Bambang Yudhoyono para a construção de confiança e o desenvolvimento harmonioso das relações entre os nossos países nos últimos dez anos.

A Indonésia, o maior país da região, é hoje uma potência respeitada que dá contributos da maior importância para a estabilidade, a paz e a prosperidade – na região e para além dela.

A ASEAN, nos últimos 10 anos, tem sido um motor do crescimento económico mundial.

A estabilidade e abertura na nossa região têm sido essenciais para a atmosfera confiante e empreendedora de que os países vizinhos beneficiam.

A contribuição de Vossa Excelência tem sido decisiva para as relações de paz e confiança entre Timor-Leste e a Indonésia e, igualmente, para a atmosfera positiva e mais segura na região.

O Bali Forum para a Democracia e osencontros de Diálogopara a Defesaem Jakarta, tornaram-se símbolos da Indonésia democrática e têm dado contributos importantes para a atmosfera de diálogo e confiança.

A iniciativa de Vossa Excelência e das TNI de criação do Centro de Formação para Missões de Manutenção de Paz, e do Centro para a Paz e a Segurança, sediados em Sentul, Bogor, merece ser destacada.

As Forças Armadas podem ser uma influência positiva na estabilidade e segurança internacionais, quando sabemos que estabilidade e segurança são fatores indispensáveis ao desenvolvimento e prosperidade das Nações.

O enfoque na preparação técnica para missões internacionais de manutenção de paz apontam caminhos para novos contributos dos militares para a criação de confiança e o desenvolvimento mais harmonioso das relações internacionais.

A Indonésia é o país anfitrião do próximo Forum Global das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações, este mês, em Bali.

A reunião da Aliança das Civilizações na Indonésia põe simbolicamente em destaque os valores da diversidade religiosa e da cultura de tolerância inscritas na sua Constituição pelos seus pais fundadores.

A democracia indonésia é admirada, na região e no mundo.
Os atos eleitorais que este ano se realizaram, com participação elevada dos cidadãos, confirmam a maturidade e o espírito de tolerância e convívio democráticos, propícios ao desenvolvimento económico e social.

Senhor Presidente.

Como referi algumas vezes, o processo de reconciliação entre Timor-Leste e a Indonésia merece ser estudado e pode conter lições úteis para outros povos e outras regiões.

A nossa experiência mostra que as democracias sabem resolver os diferendos internacionais com diálogo e espírito de tolerância, e que só soluções negociadas criam o ambiente de paz, estabilidade e motivação indispensáveis ao desenvolvimento e ao progresso social.

A conjuntura internacional tem sido cadavez mais caracterizada pela instabilidade e a proliferação de conflitos e diferendos, com impactos negativos no ambiente das relações internacionais.

A crise na Ucrânia, os conflitos arrastados na Síria, Iraque, Afeganistão, e situações como a do Saara Ocidental ou da Palestina, são focos de violência que afetam a capacidade do mundo se concentrar nos desafios globais que confrontam a Humanidade – desafios que requerem ação coletiva concertada da comunidade internacional.

O impasse e arrastamento destes e de outros conflitos causam sofrimento indescritível das pessoas, de famílias e comunidades inteiras, apanhadas na espiral da violência.

Estes impasses prejudicam seriamente o primado da lei e do Direito Internacional.

Como o grupo de nações do g7+ – a que Timor-Leste pertence – tem sublinhado, sem paz e estabilidade não é possível erradicar a pobreza, não é possível responder à aspiração dos povos ao bem estar e à cidadania plena. Sem paz e estabilidade não há desenvolvimento.

Excelências.

Que forma melhor poderemos encontrar de trabalharmos para a paz e a estabilidade internacional do que utilizar os nossos préstimos e partilhar a experiência da nossa reconciliação?

Estadistas que se distinguiram no nosso processo de paz e reconciliação, como Vossa Excelência, José Ramos-Horta, Xanana Gusmão ou Mari Alkatiri, e outros, têm contributos valiosos a dar ao entendimento internacional.

Eu gostaria de contribuir para a constituição de um centro para paz e a confiança internacional, integrado por personalidades dos nossos países, com o objetivo de promover uma agenda de prosperidade, tirando partido da nossa experiência comum, quando esta possa ser útil em diferendos internacionais, seja:

- Promovendo o diálogo para a solução de conflitos;
- Promovendo o diálogo político inclusivo;
- Promovendo o valor da proteção e da segurança das pessoas; e
- Desenvolvendo competências sociaispara a reconciliação comunitária;

Numa palavra, um centro impulsionando atividades que estão na raíz da estabilidade e da cooperação, e que favorecem o desenvolvimento.

Uma iniciativa como esta terá o apoio empenhado do governo de Timor-Leste e do nosso povo.

Excelências.

Senhor Presidente Susilo Bambang Yudhoyono.

Continuarei a trabalhar para estreitar as relações entre os nossos países e intensificar a nossa cooperação em projetos mutuamente benéficos, para os nossos povos.

Termino com um brinde:
À saúde e bem estar de Vossa Excelência e da senhora Ani Yudhoyono, e ao aprofundamento da amizade entre Timor-Leste e a Indonésia.

domingo, 24 de Agosto de 2014

Vizita Prezidente SBY akompana ho 11 Ministrus hahu vizita loron rua mai Timor-Leste

Dili. Prezidente Susilo Bambang Yudiyono (SBY)  akompana husi Ministrus 11 husi Gabinete to’o ohin Dili, segunda-feira (25/08/2014).

Iha vizita Prezidente SBY  durante loron rua (25-26 Agosto) sei halao agenda lubun ida. Tuir agenda Prezidente SBY  iha Segunda-feira (25/08/2014) sei ba tau aifunan iha St. Cruz no TMP (Taman Makan Pahlawan) . Terça-feira (26/08/2014)  dadersan tuku 10:00 sei halao vizita Estadu ba Palacio Presidencial hasoru malu ho Prezidente RDTL TMR (Taur Matan Ruak), sei halao cerimonia lançamento fatuk ba konstrusaun Centru kultural Indonesia nian. Parte loraik, Prezidente SBY sei halo vizita trabalho ba Palacio Governo no hasoru malu ho Primeiro-Ministro Kay Rala Xanana Gusmão akompana husi gabinete V Governo Constitucional. Tuir agenda, sei asina MOU (Momerandum of Understanding), hamutuk Protokolo koperasa 4 mak sei asina.

Alem de agenda official Estado no Governu nian, Primeira Dama (PD) Timor-Leste Dra. Isabel Ferreira mos sei simu  Primeira Dama RI nian, hodi halo atividades sociais hanesan inagurasaun ba eskola Pintar ne’ebe hetan servisu hamutuk husi Gabinete PD RDTL no gabinete PD RI nian.

Iha Quarta-Feira (27/08/2014) Prezidente SBY ho delegasaun sei fila ba Indonésia, no iha loron Quinta-feira (28/08/2014) sei halo encontro ho Prezidente RI eleitu Jokowi hodi koalia konaba preparasaun ba Governu transisaun husi Governu SBY ba Governu Jokowi (Metro TV, 25/08/2014). 

Iha loron Sexta-Feira (29/08/2014)  Prezidente SBY sei loke  Bali Democracy Forum (BDF)  ba dala VII, sei hola parte mos Primeiro-Ministro RDTL Kay Rala Xanana Gusmão ne’ebe hola  desde BDF ba dala uluk iha fulan Dezembru tinan 2008, Eis-Prezidente   Koreia no Sultan Brunei! 

FH

who's online