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“O povo de Timor-Leste está reconstruindo com o seu próprio suor, com o seu próprio sangue uma pátria revolucionaria democrática, uma terra livre para gente livre”.

I N T E R F E T
15 Setembro 1999
O Conselho de Segurança da ONU aprova a Resolução n° 1264,
que autoriza a criação de uma força internacional para Timor-Leste (INTERFET)
TIMOR-LESTE



Interview with Fernando Lasama de Araujo: On the road to democracy, where the streets have no name
Dezenvolvimentu Nasional presija iha Programa nebeé Programátiku
Reasun Oposisaun ba Programa VII gov
Primeiro-ministro timorense não entende críticas a programas..
Oposição exige explicações ao Gov sobre justiça e reforma adm..
Xanana Gusmão quer "ganhar experiência" como oposição..
Governo quer duplicar receitas domésticas com IVA e impostos tabaco...
Masuk Indonesia Tanpa Paspor, 2 Warga Timor Leste Diamankan Polisi
Opozisaun Rejeita, Programa VII Governu, Alkatiri: “Hau Prontu...”
Timor "satisfeito" novo acordo que regula fronteira com Austrália
Comissão confirma acordo entre Timor-Leste e Austrália

 
 
   

sábado, 26 de abril de 2014

Foreshadowing Future Slaughter: From the Indonesian Killings of 1965-66 to Genocide in East Timor

Kai Thaler
PhD student in Government
Abstract: The failure of the international community to act on the legal and moral imperative to stop, punish, and prevent genocide and other mass killings has led to the establishment of genocidal regimes that institutionalize genocide as a tactic of repression and power consolidation. One such repeat offender regime was the New Order government of Indonesia, which committed mass killings of known and alleged communists throughout Indonesia in 1965–1966 and later carried out a genocidal, colonial occupation of East Timor. I demonstrate parallels between the actors, tactics, and discourse of the communist killings and the Timorese Genocide. The failures of domestic resistance and international pressure to punish the New Order after 1966 allowed génocidaires to retain power and reinforced their belief in the acceptability and effectiveness of genocidal tactics. The Indonesian case illustrates the necessity of punishment for genocide to preclude a culture of impunity that encourages both previous and new offenders.

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