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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ministro das Obras Públicas timorense garante estradas de qualidade no país até 2017

Díli, 25 out (Lusa) - O ministro das Obras Públicas de Timor-Leste, Gastão Sousa, garantiu hoje à agência Lusa que até 2017 haverá estradas de qualidade e com padrões internacionais no país.


"Posso garantir que em 2017, no fim do mandato (do V Governo), temos já estradas com qualidade, com padrões internacionais", afirmou Gastão Sousa.

O Governo timorense fez empréstimos com o Banco do Desenvolvimento Asiático, Banco Mundial e o Japão para a reabilitação das principais estradas do país.

O ministro das Obras Públicas garantiu também que não vai "fechar os olhos" a reabilitação de outras estradas secundárias, dando como exemplo as vias do enclave de Oecussi.

O empréstimo contraído com o Banco Mundial prevê reabilitar a estrada de Díli para o Suai, o do Banco Desenvolvimento Asiático vai construir a estrada de Díli até Liquiça e de Tíbar até Gleno e o dinheiro do Japão servirá para reconstruir a estrada entre Díli e Baucau.

O ministro falava à Lusa no final de um briefing da Timor GAP (empresa estatal de Timor-Leste para a indústria petrolífera e do gás) sobre o projeto Tasi Mane, a desenvolver na costa sul entre o Suai e Beasu.

O projeto Tasi Mane tem como principal objetivo desenvolver a costa sul do país através da indústria petrolífera e inclui a construção de três grupos industriais, que serão a espinha dorsal daquele setor empresarial do país.

Tasi Mane inclui a base de fornecimento do Suai, a refinaria e um grupo de indústria petroquímica em Betano e uma exploração de gás (através do gasoduto que as autoridades timorenses pretendem ver construído a partir do Greater Sunrise) em Viqueque/Beasu.

O projeto Tasi Mane inclui também a construção de uma autoestrada com cerca de 180 quilómetros para ligar aqueles três pontos industriais da costa sul do país.

"A construção da autoestrada é para suportar o negócio da indústria petrolífera a ser criado na costa sul, entre o Suai e Beasu", explicou o ministro.

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