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quarta-feira, 14 de abril de 2010

PSD DESCONHECIA MENSAGENS DO MNE A AMEAÇAR DEMITIR-SE

Angola Press – 14 Abril 2010 ¦ Jornal Digital - 14 Abril 2010 ¦ quase crise politica
MNE Costa «existem políticos em Timor que estão a manipular o caso em benefício pessoal».

Díli - O vice-primeiro-ministro timorense e fundador do PSD, Mário Carrascalão, disse hoje estar "insatisfeito com o comportamento" do presidente do partido e ministro dos Negócios Estrangeiros, por este lhe ter omitido que enviara mensagens em que ameaçava resignar ao cargo. Em declarações aos jornalistas, Mário Carrascalão comentou o desfecho da crise aberta pela ameaça de resignação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Zacarias da Costa, que o primeiro-ministro resolveu manter no lugar, afirmando esperar que Zacarias da Costa "deve reflectir de modo a que não se repita no futuro" um incidente semelhante.

"Eu fiquei insatisfeito com o comportamento de Zacarias da Costa porque me disse que não tinha enviado o SMS para o primeiro-ministro Xanana (Gusmão), e afinal sempre mandou. Espero que não o volte a repetir", lamentou Mário Carrascalão.

Vidal de Jesus alias Riak Leman, líder da bancada parlamentar do PSD que se ausentou na segunda-feira dos trabalhos parlamentares em solidariedade com Zacarias da Costa, lamentou que o ministro não tenha explicado atempadamente aos deputados as mensagens escritas que enviou ao primeiro-ministro e garantiu que "o PSD continuará a apoiar o governo AMP até às eleições gerais no ano de 2012".

Fernando Lasama de Araújo, presidente do Parlamento Nacional e líder do Partido Democrático (PD), outro dos partidos da Aliança da Maioria Parlamentar que suporta o Governo, disse à Lusa que é da competência do primeiro-ministro a recondução do seu ministro dos Negócios Estrangeiros. "O ministro Zacarias reconheceu as suas faltas e o primeiro-ministro considerou isso, e eu penso que é uma solução, mas como presidente do Parlamento não tenho nada a ver com a questão, que é da competência própria do primeiro-ministro", comentou..

Clique aqui para mais noticias da chamada "quase crise politica"

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