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sábado, 22 de novembro de 2008

A DECLARAÇÃO DA MORTE POLÍTICA DE UM POLÍTICO INSENSATO

Forum-Haksesuk, 22.11.2008
Como nos tempos de reinados, a morte de um rei fora declarada por alguns tempos mais tarde, depois da sua sucessão esteja bem sucedida e preparada. Nos momentos da quarentena, i.e. nos momentos em que o estado de saúde do rei degrada para os níveis mais debilitados, os familiares mais próximos nunca se demonstravam as preocupações ao nível do sentimento psicológico nas aparências ao pública, nem os povos que sabiam da morte podiam falar, ou então, emitindo as mensagens de que o rei apenas está com dor de cabeça. O objectivo é de esconder as fragilidades da dinastia e evitar a uma sucessão inesperada ou o poder se cai nas mãos das outras clãs. Ou para evitar que os povos desgraçados se façam as justiças nas suas próprias mãos em resposta aos males que o rei tivera feitos enquanto vivo durante no seu trono.
Tal como os reis antigamente, o Mari Alkatiri, que politicamente está morto desde Maio de 2006, veio o próprio reconhecer e declarar a morte da sua política, ao Povo de Timor-Leste, embora o Povo já tinha percebido disso há bastante tempo. Mas é uma boa notícia para o Povo de Timor-Leste sobre o fim da ambição pelo poder declarada, esperamos que sim, e se assim for, Timor-Leste como Nação estará no fim do ciclo da vergonha vaidade que reinava o Povo Humilde como o Povo de Timor-Loro Sa’e.
Pelo menos está declarado de que o Mari Alkatiri não vai liderar um Governo no futuro, e o Povo está informado pelo próprio, de que as populações vividas nas angústias e medos sobre um eventual regresso da FRETILIN ao poder com o Mari Alkatiri a liderar um governo, que poderia significar o regresso do autoritarismo, arrogância, prepotência, incapacidade e incompetente e anti-democrático, podem descansar.
E o Nobre Povo Timorense espera que este se concretize o dito feito pela boca do Senhor Dr. Mari Bin Amuden Alkatiri, porque ele pronunciou por livre vontade e em plena consciência (...)
Eis a declaração !
Alkatiri assume que não liderará outro Governo
00h30m. 21.11.08 JN

[O líder da Oposição em Timor-Leste, Mari Alkatiri, disse, à agência Lusa, em Díli, que não voltará a ser primeiro-ministro, mesmo se a Fretilin regressar ao Governo. "Está assumido por mim que não voltarei a ser primeiro-ministro", disse.
O líder da Fretilin defendeu também que a "liderança histórica" em que ele próprio se inclui "não deve estar a governar".
Mari Alkatiri explicou que a decisão de não voltar a ter funções executivas numa eventual governação Fretilin resultou de "uma reflexão pessoal". O ex-primeiro- -ministro admitiu que, por ele, essa decisão "está convictamente assumida, mas pelo partido, não". "Isso é um trabalho que eu tenho de fazer dentro do partido", acrescentou.
Para Mari Alkatiri, que chefiou o I Governo Constitucional timorense de 2002 a 2006, o seu futuro será "o de secretário-geral da Fretilin, se for reeleito no próximo congresso". "Se não for reeleito, (serei) talvez uma reserva política, uma reserva moral, e pouco mais", acrescentou Mari Alkatiri.
O secretário-geral da Fretilin considera que a liderança histórica timorense não conseguiu criar "consenso", quase uma década após o referendo de Agosto de 1999 e seis anos depois da independência.
Questionado sobre a necessidade de um processo de paz entre a liderança timorense, a que aludiu, anteontem, o presidente da República, José Ramos-Horta, Mari Alkatiri respondeu que "o problema não é a paz". "A Fretilin já está a garantir a paz", frisou e repetiu o líder da Oposição. "O problema é a busca de consenso para poder deixar uma herança positiva a nível da construção da nação", disse.
"Nós pensávamos em 2001 que o plano nacional de desenvolvimento era consensual. Na base do plano, iria desenvolver- se o país e estávamos a construir duas coisas ao mesmo tempo: Estado e nação", recordou. "Pelos vistos, mesmo aqueles que participaram activamente na elaboração do plano aprovaram sem saber o que estavam a aprovar", conclui.
"Não há consenso. Deve haver consenso particularmente na liderança chamada histórica, que não é muita gente, e a partir daí definir a estratégia", disse Mari Alkatiri.

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