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“O povo de Timor-Leste está reconstruindo com o seu próprio suor, com o seu próprio sangue uma pátria revolucionaria democrática, uma terra livre para gente livre”.

I N T E R F E T
15 Setembro 1999
O Conselho de Segurança da ONU aprova a Resolução n° 1264,
que autoriza a criação de uma força internacional para Timor-Leste (INTERFET)
TIMOR-LESTE



Interview with Fernando Lasama de Araujo: On the road to democracy, where the streets have no name
Dezenvolvimentu Nasional presija iha Programa nebeé Programátiku
Reasun Oposisaun ba Programa VII gov
Primeiro-ministro timorense não entende críticas a programas..
Oposição exige explicações ao Gov sobre justiça e reforma adm..
Xanana Gusmão quer "ganhar experiência" como oposição..
Governo quer duplicar receitas domésticas com IVA e impostos tabaco...
Masuk Indonesia Tanpa Paspor, 2 Warga Timor Leste Diamankan Polisi
Opozisaun Rejeita, Programa VII Governu, Alkatiri: “Hau Prontu...”
Timor "satisfeito" novo acordo que regula fronteira com Austrália
Comissão confirma acordo entre Timor-Leste e Austrália

 
 
   

terça-feira, 21 de junho de 2016

SÃO TOMÁS MORE (Inglês), Padroeiro dos governantes e dos políticos

Dom Carlos Filipe Ximenes Belo
Ocorre no dia 22 de Junho a memória de dois santos ingleses: São João Fisher e São Tomás More, mártires. São João Fisher (nasceu em 1469) era bispo de Rochester. Foi Chanceler da Universidade Cambridge. Insurgiu-se contra de Henrique VII e foi condenado à morte em 1535.

Tomás More era leigo e político. Nasceu em Londres em 1478. Estudou em Oxford. De grande cultura intelectual, conhecia bem as correntes que proliferavam pela Europa. Do século XVI. Manteve-se sempre intransigente na defesa dos princípios morais da Igreja. Foi nomeado pelo rei Chanceler do Reino em 1529. O Papa São João Paulo II, publicou uma carta apostólica “E Sancti Tomae Mori”, e que proclamou Tomás More patrono dos governantes e dos políticos (31 de Outubro de 2000), com devida vénia, extraímos: “Fiel aos seus princípios, empenhou-se por promover a justiça e conter a danosa influência de quem buscava os próprios interesses à custa dos mais débeis. Em 1532, não querendo dar o próprio apoio ao plano de Henrique VIII que desejava assumir o controle da Igreja da Inglaterra, pediu a própria demissão. Retirou-se da vida pública, resignando-se a sofrer, com a sua família, a pobreza e o abandono de muitos que, na prova, se revelaram falos amigos.

Constatando a firmeza irremovível com que ele recusava qualquer compromisso contra a própria consciência, o rei mandou prendê-lo, em 1534, na Torre de Londres, onde foi sujeito a várias formas de pressão. Mas Tomás More não se deixou vencer, recusando prestar o juramento que lhe fora pedido, porque comportaria um a aceitação de um sistema politico e eclesiástico que preparava terreno para um despotismo incontrolável. 

Ao longo do processo que lhe moveram, pronunciou uma ardente apologia das suas convicções sobre a indissolubilidade do matrimónio, o respeito pelo património jurídico inspirado nos valores cristãos, a liberdade da Igreja face ao Estado. Condenado pelo Tribunal foi decapitado” e isso no ano de 1535.

Que São Tomás More proteja os governantes e políticos timorenses no desempenho das suas funções ao serviço do Povo e do Bem Comum.

Porto, 21 de Junho de 2016

Dom Carlos Filipe Ximenes Belo

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