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“O povo de Timor-Leste está reconstruindo com o seu próprio suor, com o seu próprio sangue uma pátria revolucionaria democrática, uma terra livre para gente livre”.

I N T E R F E T
15 Setembro 1999
O Conselho de Segurança da ONU aprova a Resolução n° 1264,
que autoriza a criação de uma força internacional para Timor-Leste (INTERFET)
TIMOR-LESTE



Interview with Fernando Lasama de Araujo: On the road to democracy, where the streets have no name
GOVERNANSA FRETILIN HO PD LEGAL
SKILLS BA MEMBROS VII GOVERNO SAIDA?
Membru Governu Foun ida-idak nia Profil badak
Impossivel hakerek diskursu ofisial sira iha dalen Tetun?
Nusa mak sasan ki'ik no bo'ot imi tenki dun ba katuas Xanana deit?
QUEM TUDO QUER TUDO PERDE
Disse-me que depois de ter ouvido de tanta gente tantas histórias...
Já temos Governo. Parabéns pela disponibilidade em servir!
Hakarak sai opozisaun diak bele aprende hosi Socrates.
Dekretu Prezidenti Republika!, So iha RDTL deit.

 
 
   

domingo, 9 de agosto de 2015

Hiroshima: a bomba, o poder e a memória



Opinião
Hiroshima: a bomba, o poder e a memória 
MANUEL LOFF 08/08/2015 - 08:43
Quando, há 70 anos, a primeira bomba atómica, a Little Boy, explodiu sobre Hiroshima, 70 mil pessoas morreram, e outras tantas morreriam nas semanas imediatamente subsequentes. Talvez não fosse logo evidente que uma nova etapa na existência humana tinha começado, mas os norteamericanos deram-se logo conta do impacto militar e humano. Apesar de saberem que os japoneses queriam, ainda antes d'a Bomba (como passaria a ser designada na linguagem universal), negociar a paz através de uma mediação soviética (a que Estaline se esquivou), os norteamericanos não hesitaram, três dias depois, no dia 9 agosto, em lançar sobre Nagasaki a segunda bomba. Outras 74 mil pessoas morreram.

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>> Hiroshima: a bomba, o poder e a memória

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