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NICOLAU LOBATO
“O povo de Timor-Leste está reconstruindo com o seu próprio suor, com o seu próprio sangue uma pátria revolucionaria democrática, uma terra livre para gente livre”.

Espelho da Realidade
A Esperança Nunca Morre
TIMOR-LESTE



Interview with Fernando Lasama de Araujo: On the road to democracy, where the streets have no name
POVU NIA LIAN
Bazeia Polemika Iha Publiku, Deputadu sira Kansela Leilaun Prado
Estraga Karreta 12, MUTL Husu PNTL Investiga
Membru PNTL Asalta UNTL
Lejislatura Da-haat Mak Sei Ezekuta Kareta Prado

 
 
   

sábado, 20 de setembro de 2014

O elogio da diplomacia

Durante séculos, Portugal e a Indonésia tiveram relações comerciais e uma proximidade ao ponto de influenciar a cultura.

Ainda hoje, o bahasa indonésio inclui mais de três mil palavras de origem portuguesa. Satu (sábado), minggu (domingo), sepatu (sapato), kéju (queijo), mentéga (manteiga) são exemplos de uso diário. Com a brutal invasão indonésia de Timor-Leste e os anos de violência diária que se seguiram, Lisboa manteve as relações cortadas com Jacarta até 1999. Não comprávamos produtos “made in Indonesia” e tratávamos todos os indonésios como inimigos ou, na melhor das hipóteses, pessoas para manter à distância. As negociações entre Portugal e a Indonésia, com mediação da ONU, que resultaram no referendo, foram marcadas por grande desconfiança mútua. Mas a diplomacia venceu e os timorenses conquistaram a independência. 15 anos depois, um Presidente indonésio visitou hoje Portugal pela primeira vez. O último a fazê-lo esteve em Lisboa com Salazar. Yudhoyono foi o primeiro presidente indonésio escolhido por sufrágio universal. O seu sucessor, Joko Widodo, o “novo Obama indonésio”, será o primeiro sem qualquer ligação à ditadura ou às Forças Armadas. 

A Indonésia, um gigante em população e força económica, está a mudar. A normalização das relações bilaterais é inteligente e é mais do que simbólica. É estratégica para a estabilidade de Timor.

Editorial Publico
http://www.publico.pt

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