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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Banco Mundial: Timor-Leste é um país de desenvolvimento médio

Luis Constantino - Country manager of the World Bank in Timor-Leste.East Asia & Pacific
Díli, 15 jul (Lusa) - O representante do Banco Mundial em Timor-Leste, Luís Constantino, e o ministro das Obras Públicas timorense, Gastão de Sousa, concordaram hoje iniciar até ao fim do ano a reabilitação da estrada Díli/Ainaro.

"Neste momento estão a preparar-se os contratos para a reabilitação e pensamos que poderá começar no fim deste ano, quando os estudos estiverem terminados", afirmou à agência Lusa o representante do Banco Mundial, Luís Constantino.

O representante do Banco Mundial salientou também que "há muita urgência em fazer avançar" a obra de reabilitação porque aquela é uma das estradas mais "importantes para a economia local e para a economia de Timor-Leste".

A reabilitação dos cerca de 80 quilómetros da estrada entre Díli/Ainaro, a oeste da capital timorense, vai custar 112 milhões dólares e parte daquele montante vai ser obtido através de um empréstimo ao Banco Mundial.

O governo timorense fez empréstimos com o Banco Mundial, o Banco Asiático de Desenvolvimento e com o Japão para reabilitar as principais estradas do país.

Para Luís Constantino, a concessão do empréstimo a Timor-Leste é um "reconhecimento da maturidade e do desenvolvimento económico do país".

"Para nós já não é um país pouco desenvolvido, mas um país de desenvolvimento médio. Timor-Leste está ao nível do México, do Brasil e da Indonésia. A relação passou a ser mais sofisticada, com empréstimos, e os timorenses devem sentir orgulho de ter chegado a este ponto", disse.

Ainda em relação à reabilitação daquele troço, Luís Constantino explicou que o Banco Mundial está também a apoiar o governo a fazer um levantamento dos pontos de interesse cultural ao longo da estrada e que vai fazer um guia turístico.

"É muito importante, porque não basta a estrada para as pessoas apanharem as oportunidades é preciso fazer um pouco mais para que essas oportunidades se realizem e achamos que há potencial para desenvolvimento turístico e para ter diferentes pontos para as pessoas fazerem caminhadas e visitarem ruínas portuguesas e japonesas", disse.

MSE//APN
Lusa/Fim

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