VISAO MISAO OBJECTIVO HAKSESUK BOLA FH KKN HOME FH LPV ARTIGOS FH MUZIKA LIA MENON FH RESPONDE
Bloku Unidade Popular Associação Popular Monarquia Timorense Kmanek Haburas Unidade Nasional Timor Oan Partido Esperança da Pátria Partido Socialista de Timor Partido Desenvolvimento Popular Congresso Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste Partido Republicano União Democrática Timorense Partido Democrata Cristão Partidu Movimento Libertasaun Povu Maubere Partidu Libertasaun Popular Partido Democratico União Nacional Democrática de Resistência Timorense Partido Unidade Desenvolvimento Democrático Partido Timorense Democratico Frenti-Mudança Partido Social Democrata Centro Ação Social Democrata Timorense Partido do Desenvolvimento Nacional Frente Revolucionaria de Timor-Leste Independente
NICOLAU LOBATO
“O povo de Timor-Leste está reconstruindo com o seu próprio suor, com o seu próprio sangue uma pátria revolucionaria democrática, uma terra livre para gente livre”.

Espelho da Realidade
A Esperança Nunca Morre
TIMOR-LESTE



Interview with Fernando Lasama de Araujo: On the road to democracy, where the streets have no name
POVU NIA LIAN
Bazeia Polemika Iha Publiku, Deputadu sira Kansela Leilaun Prado
Estraga Karreta 12, MUTL Husu PNTL Investiga
Membru PNTL Asalta UNTL
Lejislatura Da-haat Mak Sei Ezekuta Kareta Prado

 
 
   

quarta-feira, 30 de março de 2011

Timor... à nossa imagem e semelhança

Diario do Minho

Apesar de situado nos antípodas, Timor Leste é um território que a maioria dos portugueses se habituou a manter no coração. Desde 1975 aquele país esteve muitos anos votado a um ensurdecedor silêncio que só a visita do Papa João Paulo II, em 1985, resgatou das trevas mediáticas. Em 1991, o massacre de Santa Cruz despertou definitivamente o mundo para a realidade dos timorenses.

Seguiram-se diversas iniciativas organizadas pelos portugueses para chamar a atenção do mundo para a condenação a que estavam votados os timorenses. Destaco a epopeica viagem do “Lusitânia Expresso” e, posteriormente, a prisão de Xanana Gusmão e o papel hercúleo de D. Ximenes Belo que acalentava a esperança da liberdade na população.

A causa timorense que Portugal adoptou ganhou peso mundial em 1996, quando Ramos Horta e D. Ximenes Belo recebem o Nobel da Paz. Seguiram-se a queda de Suharto, a assinatura dos acordos de Nova Iorque e a realização do referendo pró-independência em Setembro de 1999.

Depois de alcançada a independência política eis que surge o petróleo e, com ele, a esperança de uma rápida emancipação e independência económicas.

Agora, Portugal está a “voltar” a Timor para aí investir e aproveitar o melhor que as economias dos timorenses possam render. Vejam-se os resultados da PT na sua participada Timor Telecom.

Fiquei surpreendido por saber que, mesmo sem ter asseguradas as infra-estruturas básicas, aquela operadora acaba de superar 500 mil clientes na rede móvel, atingindo uma taxa de penetração de cerca de 50% da população timorense! O objectivo é chegar aos 62% em 2012.

Em Portugal é sabido o apetite que as gentes têm pelo seu telemóvel topo de gama, mesmo que não tenham dinheiro para a mercearia do mês. Um estudo revelado estes dias indicava Portugal como um dos que tinham as telecomunicações mais caras da Europa e que era um país em que num conjunto de 100 habitantes existem 151 telemóveis.

Pergunto: será que Portugal está a “criar” Timor como um país à sua imagem e semelhança?

DM, 30.03.2011

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.