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terça-feira, 17 de maio de 2016

Timor-Leste - Nacões Unidas e o Nosso Pensamento para Provocar um Crecimento Economico Sustentavel da RDTL

TIMOR-LESTE - NACÕES UNIDAS
E O NOSSO PENSAMENTO PARA PROVOCAR UM CRECIMENTO ECONOMICO SUSTENTAVEL DA RDTL

(OFERECEREI ESTE ARTIGO A TODOS OS HEROIS DA LIBERTAÇÃO DA PÁTRIA, NOMEADAMENTE O SAUDOSO GRANDE COMANDANTE HERMENEGILDO PEREIRA ALVES (BUSA) E AO MEMBRO DO COMITE CENTRAL DA FRETILIN SAUDOSO DIOGO MONIZ DA SILVA (FITUN) COMANDANTE MILICIANO DE 1975

AUTOR: SUSUK BU’URUN SAMORO MALIYA’IN

Samoro Maliya'in
PARABÉNS a todos nós, timorenses, que por razões directas ou indirectas contribuímos para o nosso país após a Restauração da Independência a 20 de Maio de 2002, procurámos alcançar as mudanças de hoje, as mudanças que contêm novas demandas do povo, do Estado, do Governo e da situação regional e global onde as nossas decisões, necessitam de uma estratégia viável com a rota de sustentabilidade da nação em materializar o sonho de ser um povo e uma nação digna, prospera e pacifica no mundo. Uma das demandas vitais que necessita de tomar acções agora e em diante, são os nossos Direitos Internacionais sobre a Soberania nacional dos nossos espaços aéreos, as nossas linhas marítimas e as nossas fronteiras terrestres.

A questão da disputa do Direito Internacional sobre as linhas marítimas com a nossa vizinha Austrália é uma arte de convivência em defender a tese, síntese e ante-tese, onde a politica de xadrez apresentada pela Austrália e UNTAET em 2002 foi uma grande lição para Timor-Leste, foi uma energia injectada a Timor-Leste para se tornar mais maduro e civilizado na politica e estratégia, de descobrir a eficiência da Canberra, como grande nação civilizada, mas não há coragem e moral em abraçar Timor-Leste como o mais novo irmão, agora mais inteligente, digno, firme e humilde nas suas convivências civilizadas como um povo e nação, que sirva como o cinturão para moderar e abraçar a Asia e o Pacifico, nos seus corações, segundo a posição pragmática e sensível no seu eixo da geografia mundial.

Ban Ki-moon & Samoro Maliya'in
O grande momento de Timor-Leste em apresentar a disputa do Direito Internacional no nível das Nações Unidas em Nova Iorque, mostrou a grande coragem de Timor-Leste perante a comunidade internacional em defender a Magna Carta das Nações Unidas. As nossas preocupações sobre esta questão precisa da grande participação muito pró-activa de todas as Missões Diplomáticas timorenses no exterior principalmente em Nova Iorque, Washington, Canberra, Bruxelas, Genebra, Bangkok, Jakarta, Inglaterra e Itália, onde podemos solicitar a intervenção do Vaticano para aproximar o Palácio Real de Inglaterra em encorajar Canberra para respeitar e defender os Valores Democráticos de Direito em prol das novas negociações pacificas sobre as linhas marítimas entres ambos os países segundo o tratado de UNCLOS (United Nations Convention on the Law of the Sea).

A bagagem da estratégia politica e diplomacia que iremos apresentar aos mesmos é apenas confirmar e convencer a comunidade internacional de que, o Direito Internacional do Estado timorense sobre a linha marítima com a Austrália não vai negar a geoestratégia e a geopolítica do Governo Norte-americano na região da Asia e Pacifico.

As experiencias da historia desde o antepassado ate hoje em dia justificou que Timor-Leste mereceu Honra, Respeito e grande confiança de todos os países no mundo e dos países potentes e civilizados na historia da humanidade.

As brincadeiras dos grandes Arquitectos da Invasão Militar durante 24 anos que se opôs ao povo inocente são apenas uma imagem repetida da Bíblia Sagrada, sobre a Acção de inferioridade do superpotente GOLIAS contra o grande superinteligente DAVID na terra escolhido por Deus. A ambição do Golias (Austrália) justificou grande e grave violação da Magna Carta das Nações Unidas feita pelos Estados Unidos da América e a Europa apos a Segunda Guerra Mundial em 1945. O mesmo deixou de nos criar surpresas. Estranhamos, mas perdoamos todas as acções de barbaridades contra o Direito Internacional, que infelizmente são feitas a um Estado Cristão, civilizado e democrático de Canberra, que opuseram o próprio Cristão da Terra Sagrada do Bei LAFAEK.

Somos conscientes de que a existência da Nação Timor-Leste, transformou e alterou a geoestratégia e a geopolítica na região da Asia e do Pacifico. Com o lema de ‘’zero inimigos’’, no mundo e com o principio de promover a paz, estabilidade e segurança na região e no mundo e sem excluir o Direito Internacional de Timor-Leste no mesmo canal, precisamos de mais coragem e inteligência por parte de Timor-Leste, para desmontar os interesses multinacionais em relação à politica da Defesa e Segurança incluindo os interesses da geoeconómica e da geoestratégia, precisamos de entrar num novo paradigma reconhecido pela comunidade internacional em antecipar as tenções no futuro entre as regiões da Asia e do Pacifico.

Podemos considerar que, o mesmo canal do mar de timor, pode ficar internacionalmente, como o futuro Património das Nações Unidas para a Paz, Estabilidade e Segurança, sem excluir o Direito internacional e a liberdade do país Soberano de Timor-Leste em explorar o mesmo, e manter a vigilância máxima na nossa mirada latente da Asia ao Pacifico, e do Pacifico a Asia, com o fim de reduzir e normalizar as tensões Bilaterais e Diplomáticas dos países grandes, relativamente com as suas preocupações e fobias latentes em relação à Defesa e Segurança.

Este canal queira-se ou não, vai ser como o ponto de ‘’bargaining position’’, para a tranquilidade da região da Asia e do Pacifico em sustentar, desenvolver, melhorar a tolerância, as boas relações entre os povos de ambas as regiões e poder garantir a perspectiva de uma convivência mais alargada cheia de confiança entre os povos e Governos com o fim de dar mais o grande foco nas questões do ambiente da região, nomeadamente das ilhas do pacifico (Kiribati, Solomon Island) que estão ameaçadas de desaparecer do mapa globo no futuro por questões de alterações climáticas graves.

O processo de Conciliação para revisar o tratado do Mar de Timor via a nova negociação com a Austrália segundo o Direito Internacional, e a consideração de promover a comunidade internacional em outorgar o espaço do Mar de Timor como futuro Património das Nações Unidas para a Paz, Estabilidade e Segurança da região, pode ficar como nova referencia das Nações Unidas em resolver as disputas de multi-interreses no globo, como a questão actual do Mar do Sul da China ( south china sea) incluindo o espaço do mar do Japão entre a Rússia, a Coreia do Sul e a Coreia do Norte. Precisamos de manter a nossa firmeza na nossa política e diplomacia via o Tribunal Internacional em resolver a disputa do mar de timor segundo o Tratado de UNCLOS.

Isto influenciará as nossas decisões sobre a posição de Timor-Leste em apoiar outras nações nas regiões do globo, que tem as similaridades de disputa, com o fim de utilizar o diálogo e a negociação pacífica, segundo os instrumentos do Direito Internacional em alcançar a atmosfera de ‘’win-win solution’’, em justificar as fronteiras de cada país soberano.

Na questão da China, e relativamente com a posição pragmática e sensível da nossa parte, estamos conscientes, de encorajar os mesmos, de revisar o Acordo anterior entre a China e ASEAN sobre a questão do mar do sul da china, com o fim de entrar em vigor sobre o diálogo da verdade, amizade e conciliação segundo o Direito Internacional (UNCLOS) entre a China, Vietnam, Malásia, Indonésia e a Filipina. O recurso ao Tribunal Internacional só pode acontecer quando existe falhanço no processo de diálogo e negociação pacífica em baixo de auspícios das Nações Unidas.

Assim já chegamos à rota crucial do movimento global, onde a bagagem das Nações Unidas com a marca de 1945 a seculo-21, demanda o novo espaço, demanda a nova reabilitação, demanda a nova manutenção a mesma organização de ser realístico e cómodo em ajustar as novas necessidades do mundo para transformar e melhorar via a mesma reforma de certas estruturas para acomodar todas as diferenças e controlar mais efectivo e eficazmente para o bem do universo.

A reforma do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral do mesmo, é uma tese que está no processo de estudo científico, político e histórico, onde a bagagem das Nações Unidas necessita de ajustar com a nova situação actual e nova demanda do mundo global para acumular as diferenças.

Samoro Maliya'in, Xanana Gusmão, Kofi Annan
A existência das Nações Unidas de hoje é o produto das necessidades do passado apos 1945, e as demandas de reforma de hoje, são o fruto alcançado desde 1945 a 2016.

A reforma é uma tese natural sobre a questão das mudanças de Antigo Testamento a Novo Testamento em conduzir a vida do mundo de ser mais justo e melhor no futuro segundo a situação actual e global.

A evolução de sucessos de casamento entre a ideologia socialismo e capitalismo na China entre 1979 a 2016 para diante, justificou a coragem da china de uma reforma que colocou a tese, síntese e ante-tese dentro de carruagem do mundo contemporâneo para distribuir as riquezas do mundo.

O acto do mesmo mostrou que a velocidade da mesma reforma do socialismo é mais actual nas suas comparações com a questão de reforma das Nações Unidas são na realidade cheias de fobia e complicações por falta de coragem e “Boa-fé” dos países potentes cheios de inferioridades em enfrentar a nova era.

Vamos produzir o nosso produto político que tem a capacidade de acumular e abraçar as diferenças do mundo. A viagem de 14 anos na atmosfera de Independência, desafiou-nos de pensar no plano estratégico e colocar os mesmos segundo as nossas prioridades primarias, para provocar outras áreas de desenvolvimento, principalmente na de economia, Comercio e investimento para alcançar a qualidade de vida, como um povo e uma nação, que existe entre o sudeste asiático e o pacifico.

Sabemos que como um povo e uma nação e para melhorar o nível de vida com um destino óptimo para alcançar a prosperidade de classe mediu para 2030, segundo a filosofia do Estado e do Governo timorense, precisamos de reforçar e melhorar de dia a dia a saúde a estabilidade e segurança do pais, sem contaminar com as insatisfações pessoais entres os lideres, onde a mesmo atmosfera insaturável, enfraquecerá a nova cultura do pais, ao que chamamos ‘’ADEUS CONFLITOS E Bem-vindo DESENVOLVIMENTO’’. Deveremos concretizar este lema nesta situação crucial no mundo onde hoje em dia precisamos de cultivar o novo conceito de pensamento para entrar num novo paradigma, com o fim de equilibrar os interesses Bilaterais, Regionais e Multilaterais nesta situação difícil e complicada na convivência internacional. Assim apelamos e encorajemos os nossos líderes para conduzir bem o nosso país segundo o nosso plano estratégico nacional em alcançar um povo e uma nação Valente, civilizada, inteligente, digna e prospera em reconhecer as grandes histórias dos seus líderes no futuro.

Entres os um milhão e mais de duzentos mil da população actual de Timor-Leste segundo o censo de 2015, deveremos ter a coragem de ser o bom Mestre e líder de família, da comunidade, das organizações e das Instituições do Estado e do Governo, deveremos fazer o esforço e ter a coragem de ser melhores e manter a grande liderança da nação de hoje e para o futuro, deveremos ser o bom gestor e grande exemplo nas nossas actividades de desenvolvimento em todas as áreas, utilizando a nossa cultura democrática de direito para desenhar e pintar o espaço nas costas do ‘’Bei Lafaek’’, transforma-lo como o futuro paraíso de moral, de Coração, de inteligência, da unidade nacional, de estabilidade e segurança, da tolerância, de justiça e de prosperidade comum. Deveremos ser o grande artista que sabe pintar e ajustar o fruto do nosso desenho que contém belezas e valores universais reconhecidos pela comunidade internacional dentro da atmosfera de prosperidade do nosso povo no futuro.

Reconhecemos que nas suas evoluções da ordem natural no processo de libertar o país e o povo desde os nossos ante passados até hoje, cada líder outorgou seus períodos e papéis de responsabilidade e Plenos Poderes nas organizações da luta sagrados do país e do povo. Os líderes são os Heróis históricos e os que ainda estavam vivos são os nossos Heróis que merecem o nosso respeito digno, o nosso reconhecimento e a nossa confiança máxima na viagem da nossa carruagem do nosso pais RDTL.

Muitas vezes os líderes guerrilheiros obtiveram a passagem do cargo via as demandas da natureza de situações diferentes com o fim de gerir como estafeta em alcançar o sonho sagrado durante o período da luta para a independência.

Como bons cidadãos timorenses, deveremos encorajar mais os nossos lideres de que, deixar de gastar o tempo nesse opor-se uns aos outros por questões de rivalidades politicas, caracteres de lideranças e certos interesses, são instrumentos abstractos, são energia negativa, são os aspectos de inferioridades pessoais como humano, que fornecem indirectamente malnutrição à atmosfera pacifica da nação, e contribuir a fragilidade ao pais e ao povo inocente e abrir a porta aos outros países de influenciar e criar a instabilidade dentro do nosso pais com o motivo de continuar a conquistar, aproveitar e manter os seus status, segundo os interesses da geoestratégia e da geopolítica regional e internacional dos países potentes.

Os conflitos de interesses pessoais ou individuais dos lideres opôs uns aos outros, são as partes negativas e desafios sérios para o desenvolvimento do pais, desafios sérios para a preparação de aderir a ASEAN, desafios sérios em reforçar a tese de Timor-Leste para a perspectiva dentro de Commonwealth com a região do Pacifico em alcançar o balanço, desafios serio para melhoramento como membro de CPLP no mundo global, desafios serio para alcançar a unidade nacional, desafios serio para a questão do mar de timor, desafios serio para a estabilidade e segurança do pais, desafios serio para a politica de contrapartida de Timor-Leste opôs os multi-interesses do sistema internacional na região e no mundo, desafios sérios para o melhoramento de desenvolvimento económico, politica e socio cultural de Timor-Leste, desafios sérios para educar as novas gerações de Timor-Leste de ser como um povo e uma nação Valente, civilizado, digno, inteligente, humilde, tolerante e corajoso no mundo.

Sabemos que o nosso povo de hoje é um povo inteligente é um povo que já entrou numa nova página da nova era, suportando pelo princípio fundamental democrático de direito nos seus pensamentos, nas suas expressões e também nas suas acções quotidianas, em preencher o processo de desenvolvimento da família, da comunidade e da nação em projectar Timor-Leste perante a comunidade internacional.

O nosso passado é a plena Biblioteca Nacional e a grande referência, onde no dia de hoje, existimos assim, porque somos o produto do nosso passado, o produto que demanda ajustamento do novo formato de ser como hoje, numa situação complicada e dura no nível nacional e internacional onde sempre tentamos com a nossa inteligência de não romper os riscos no futuro da nação com a nossa própria capacidade de inteligência.

Nesta situação actual, e com o motivo de continuar a apoiar os nossos lideres actuais, necessitamos mais, a figura do novo paradigma que tem a capacidade enorme de acumular e abraçar todas as diferenças em afirmativo nas decisões, justos para o bem comum segundo a nossa Constituição da Republica, justificado e garantido pelo povo e pela historia que representa Deus Omnipotente nas suas evoluções de cada processo.

Grato pelos lideres, e se o lema de Adeus Conflito e Benvindo Desenvolvimento esta a nascer, crescer e multiplicar na vida do povo e da nação, assim, hoje, deveremos unirmos em todo o momento de responder proactivamente as assistências e os apoios Bilaterais feitos durante 14 anos de Independência para reforçar as nossas cooperações bilaterais, regionais e multilaterais em alcançar a meta de desenvolvimento de Timor-Leste segundo o nosso Plano Estratégico de Desenvolvimento Nacional que esta previsto entre os anos 2011 a 2030.

Falamos sobre as cooperações mencionados, as nossas cooperações bilaterais entre Timor-Leste com outros países, recentemente a China apresentou o esboço de acordo de Cooperação Técnica na área de economia e comercio com Timor-Leste, relativamente o apoio de 100.000.000. RMB ou cerca de 17 Milhões de Dólares americanas feito em Setembro de 2015 durante a visita Oficial de Sua Excelência o Presidente da Republica Taur Matan Ruak a China, onde um dos prioridades alcançadas era o estabelecimento de Armazenagem e industria de Processamento Alimentar no local de Baucau e no Natarbora-Manatuto.

O esboço de MoU assinado em Beijing no dia 18 de Marco de 2016, durante o encontro de estabelecimento da Comissão Conjunta entre Timor-Leste e a China na área de cooperação económica e comercio. Esta Comissão Conjunta entre ambos os países é considerado como a coluna vertebrada para facilitar qualquer Cooperação Bilateral entre Timor-Leste e a China, hoje e para futuro.

Como timorense precisamos de unir juntos nas ideias, no nosso Plano estratégico nacional de desenvolvimento nas nossas acções de responder a China sobre as nossas prioridades nacionais que pode incentivar o crescimento económico, demanda o investimento estratégico com o ultimo destino de Exportação para aumentar as receitas sustentáveis ao nosso país.

A evolução genética da história timorense desde início ate hoje demanda uma solução específica e gradual em alcançar certas metas de desenvolvimento com o fim de provocar outras áreas a entrar em vigor no mesmo sistema de desenvolvimento nacional em todas as áreas.

Reconhecemos orgulhosamente os progressos feitos entre 2002 a 2016 no sentido de Construir a Nação e o Estado, reconhecemos também os nossos fracassos, os grandes desafios e estamos no processo de responder e preencher os nossos próprios desafios em alcançar as soluções e materializar o progresso do nosso pais Timor-Leste. Graças a Deus e graças aos nossos Heróis e Lideres da Nação como primeiros pioneiros de alicerce e hoje estamos na mesma marcha com a nova missão de libertar o nosso povo e de ser novos pioneiros, novos Heróis de hoje em continuar sustentavelmente como grandes e melhores estafetas do desenvolvimento desta terra sagrada do ‘’Bei Lafaek’’ (Avo Crocodilo).

Apesar de actuarmos como uma nova Nação valente, segundo as Leis e a nossa Constituição da Republica, estamos numa viagem seguros e conscientes de ser sincero e honesto na nossa mirada da situação real e actual do nosso pais nas imagens do progresso, nas figuras estatísticas cheios de desafios enormes e suas perspectivas de soluções.

Somos um novo pais com um novo conceito suportados pelas diferentes referências de desenvolvimento que existe no mundo desde seculos e seculos passados. Assim vamos desenvolver as nossas boas relações com todos os países no mundo segundo o nossa Lema universal de ‘’ZERO INIMIGO’’ onde quaisquer decisões do Estado e do Governo são as decisões que tem o seu poder natural e universal de desmontar qualquer intenção no mundo global, via as nossas relações bilaterais, regionais e multilaterais.

Hoje, chegamos numa rota cruzeira de primeira pagina, já mais de uma década, onde o espaço que alcançaremos depois de uma viagem longa desde 2002 a 2016 na convivência com a China, resultou o volume de cooperações enormes com laços de amizades fortes, profundos em saborear a confiança e a cooperação mutua hoje e para futuro. Assim, vamos explorar a China segundo o nosso Plano Estratégico de Desenvolvimento Nacional principalmente com o foco da partida da nossa carruagem de Agricultura, Floresta e Pesca na estacão do Plano Estratégico na rota de materializar varias industrias com o ultimo destino de Exportações para incrementar as receitas não petrolíferas.

Estamos conscientes de que existe milhares hectares das vargens no território como terrenos abandonados (sleeping land), causados por diferentes factores como; o impacto de redução da agua nas ribeiras e irrigações como consequências das alterações climáticas, a questão da historia colonial entres os anos de 1512 a 1975, a ocupação militar da Indonésia entre os anos 1975 a 1999, cortas das arvores em todos os dias em todo território por motivo económico, a incapacidade de orçamento anual para desenvolver o sector da Agricultura, Floresta e Pesca, falta de Recurso Humano de boa qualidade e da boa Fe’ para servir com toda lealdade, a questão da Lei da Terra e propriedade, a garantia de segurança aos Investidores Nacionais e Internacionais no território pelo Estado e Governo, o conceito tradicional dos nossos Agricultores e Veterinária em desenvolver o sector Agricultura, Florestas e pescas, a mentalidade de 3 dólares, o volume importação de Arroz e outras necessidades básicas no território, rompeu a cultura de pacifismo e pessimismo dos nossos agricultores de continuar sustentavelmente a desenvolver o sector da Agricultura, Floresta e Pesca como a coluna vertebrada principal que transmita o melhoramento da vida nas costas do Bei Lafaek, a ilha e o povo do sol que brilha todo o mundo e o fragrante do perfume do seculo-21, que atraiu a todos, em abraçar todas as diferenças no mundo.

Estes desafios e obstáculos não vão resistir, se hoje podemos iniciar as mudanças com o nosso plano mais realístico, de dar as soluções resilientes, em desenvolver o sector da Agricultura, Floresta e Pesca. Por meios de ajudas gratuitas (grand aid) da China para 2016, deveremos desenvolver este sector em coordenação muito activo com o Ministério da Agricultura para estabelecer e apoiar a empresa Estatal de Timor-Leste em desenvolver Agricultura, Floresta e pesca com a especificação nas plantações de Café no território incluindo Arroz, Milho, feijões, Cebolas, Casavas, Cana-de-açúcar, Coco, Cacau, Frutas e verduras orgânicas, etc.

A empresa Estatal da RDTL na área de Agricultura, é a nova máquina do Governo de lidar com a gestão profissional, efectivo e eficiente em organizar os projectos de Agricultura, Floresta, Pesca incluindo criação de gados, Cabras, porcos, frangos, cavalos em projectar a nossa firmeza de alcançar o futuro volume de exportação de Timor-Leste aos países estrangeiros principalmente a Indonésia e Austrália como mercados emergentes de Timor-Leste. Hoje, já temos mais uma razão de reconhecer e justificar de que, internacionalmente, os grandes progressos do mundo nomeadamente da Asia e do Pacifico, e as distribuições das riquezas dos mesmos, compartilharam também com Timor-Leste como novo pais do seculo-21, em gozar as mesmas riquezas e fazer grandes saltos de ser como hoje, em alcançar o balanco da nossa politica nacional e internacional e produzir a nova politica para alcançar a prosperidade, estabilidade e segurança do nosso pais.

Assim, as Instituições do Estado, os funcionários, os que assumiu cargos superiores e cargos de chefia deveram mostrar a coragem de solucionar os desafios como nova FALINTlL em realizar os sonhos estipulados dentro do Plano estratégico de Desenvolvimento 2011 a 2030. Somos a máquina principal do Governo e do Estado que sempre esta pronta de responder a nossa prontidão de assumir, analisar, discutir e solucionar segundo as Leis e os Planos e o programa do Governo.

Muitas vezes estamos conscientes dos nossos obstáculos actuais e por outra parte negamos os mesmos sem acções concretas onde reconhecemos os desafios, obstáculo e por outra parte justificamo-nos a todos nas reuniões de que não temos as condições de resolver os problemas enfrentadas pelo país. Deveremos gritar ao nosso povo timorense de que somos um povo inteligente e corajoso em descobrir as soluções estratégicas, tácticas, eficiente e eficácia em resolver nossos problemas actuais. Nossas grandes relações com o Japão, a Coreia e a India, a relação com a China também é uma oportunidade brilhante que podemos aproveitar e explorar em todas as áreas de desenvolvimento antes existe as novas mudanças da geoestratégia, da geopolítica e da geoeconomia no futuro. A nossa questão importante é a eficiência e a eficácia do tempo oportuno de explorar e preencher segundo o nosso plano estratégico nacional.

O plano estratégico contém o objectivo da continuidade, da sustentabilidade, e podemos considerar como a nutrição injectadas que pode incentivar, provocar e activar outras áreas dentro do processo de desenvolvimento nacional principalmente criar novas condições para o crescimento económico gradualmente.

Assim, podemos apresentar uma ideia simples, eficiente e eficaz segundo a nossa situação real de Timor-Leste na área da Agricultura, Floresta e Pesca. A Empresa Estatal acima mencionada, é o Parceiro do Governo via o Ministério de Agricultura, Floresta e Pesca que outorga plenos dos poderes do Estado em gerir e organizar o sector da Agricultura, Floresta e Pesca com a maneira de envolver direitamente todos os Agricultores, Pecuária, Veterinária e pesca do Pais em apoiar o futuro necessidades das industrias no território. A empresa Estatal contratar temporariamente todos os agricultores com o salario mínimo do pais como primeiro incentivo de reactivar o sector de Agricultura, Floresta e Pesca durante 1 a 5 anos em alcançar a independência dos Agricultores para continuar o mesmo sustentavelmente.

Segundo as Leis, a empresa Estatal de Agricultura tem as suas competências e plenos poderes do Estado de assumir todos os terrenos abandonados (as vargens) para incluir no programa da Empresa Estatal de Agricultura em reactivar, plantar, produzir e desenvolver diversifica mente todos os terrenos abandonados (as vargens) segundo a potência de cada região do território com o objectivo final de empurrar o crescimento económico do povo e do país.

Todas as vargens ou terrenos abandonados são obrigatórios de cooperar com a Empresa Estatal de Agricultura com o fim de identificar e fazer novo estudo de viabilidade em alcançar a diversificação agrícola e produzir vários produtos para consume nacional incluindo apoiar as indústrias com a perspectiva de exportação.

A política anterior do Governo sobre ‘’POVO KUDA GOVERNO SOSA’’, foi uma boa politica e infelizmente sem um bom plano nacional e ambicioso, sem uma boa organização, sem visões claras, sem objectivo claro, sem uma acção seria e responsabilidade em alcançar a sustentabilidade do mesmo. Somos um país democrático de direito nas nossas vidas e actividades quotidianas e por outra parte, em certas acções para o bem comum, precisamos de utilizar ordens restritas do Estado e do Governo com obrigações para cumprir imediatamente pelo povo, em reforçar desenvolvimento da qualidade dos próprios valores de ‘’democrático de Direito’’, de um povo e uma nação como Timor-Leste.

Precisamos de ter a grande coragem de plantar nos corações do nosso povo e de cada um dos timorenses o sentimento de grande ‘’ORGULHO’’, de ser Agricultores profissionais com a orientação do Mercado e apoio financeiras e apoios técnicos do Governo via a Empresa Estatal do Ministério de Agricultura, Floresta e Pesca.

A nossa preocupação actual não é a cultura de aguardar a longo prazo a evolução ou a revolução de mudar o conceito de pensamentos das pessoas (Agricultores) timorenses, alias muitas vezes falamos em diferentes ocasiões e apresentamos como uma figura pessimistas sem resoluções, onde somos as próprias fontes de ameaças ao Estado e Governo em relação com a eficiência e a eficácia da máquina do Estado e do Governo em alcançar o nosso plano de RETORNO ao pais preocupado pelo nosso actual Presidente da Republica o sr. Taur Matan Ruak, Dezembro 2015.

A preocupação, mudanças de ‘’MIND SET’’, ou o modelo do conceito de pensar do nosso povo pode ser alancar o melhor nível nas suas acções após o investimento público do Governo via a Empresa Estatal de Agricultura, Floresta e Pesca pode garantir sustentavelmente os rendimentos ao Governo e aos Agricultores (POVO KUDA GOVERNO SOSA) durante o sículo da produção, do processamento Alimentar, da armazenagem com o destino final de exportação.

Os Agricultores em todo território continuam como os donos das suas propriedades imoveis (terrenos) e por outra parte os mesmos são os parceiros e autores principais no terreno no baixo da gestão profissional da Empresa Estatal de Agricultura, Floresta e Pesca em desenvolver o sector da Agricultura, utilizando-lhe os seus terrenos, com o ultimo destino de realizar o futuro volume de exportação e trazer grandes retornos sustentavelmente ao pais e aos agricultores.

Entre o Governo e os donos dos terrenos abandonados (sleeping land) existe CONTRATO de Tripartida (donos do terreno, Ministério de justiça, Empresa Estatal) em reactivar o terreno para provocar as receitas do país no futuro. Este contrato compartilhada sustentavelmente nos seus primeiros 1 a 5 anos, pode abrir a porta principal de transmitir as experiencias aos nossos Agricultores, incentivar os mesmos de sentir orgulho com as receitas aos seus familiares para apoiar a economia sustentável, seguida com a demanda do volume de exportação, obrigar os Agricultores para produzir junto com a Empresa Estatal em fornecer as necessidades de industrias com o ultimo destino ao mercado regional e internacional.

Com a nossa cooperação bilateral actual entre Timor-Leste e China a Empresa Estatal de Agricultura, Floresta e Pesca de Timor-Leste, necessita apoio ambicioso do Governo e do Estado relativamente os equipamentos pesados, tractores, especialistas timorenses, especialistas bilaterais provenientes de Bogor Indonésia, de ISRAEL, de CUBA, de Vietnam, da Tailândia, da Malásia, para organizar e compartilhar o sector de Agricultura, Floresta e Pesca em produzir e alcançar o beneficio mutua entre a empresa Estatal de Agricultura, floresta e pesca e os grupos de Agricultores timorenses em todo território de Timor-Leste. Deveremos encorajar todos Agricultores para reactivar novamente as vargens, segundo a nova politica nacional com a rota de alcançar a segurança alimentar, e apoiar a exportação de produtos orgânicos para incrementar as receitas do pais utilizando o modelo Acordo compartilhadas entre o Governo a empresa Estatal e os donos das vargens, como se segue;


Este sículo de sistema (modul) racionalmente, pode resolver o campo de trabalho dentro do pais, provocar o aumento das industrias, provocar o crescimento da economia sustentável, atrair as pessoas de regressar aos seus aldeias, diminuir o volume de urbanização nas cidades, aumentar o rendimento dos Agricultores, melhorar a vida das comunidades em todo território, aumentar o debito da agua no território e trazer as receitas não petrolífero.

Precisamos de levar todas assistências bilaterais entrar em nova paradigma (novo pensamento) de receber o mesmo segundo o nosso plano, a nossa prioridades e a nossa necessidades dentro do pais com o fim de multiplica-lo em nossas acções e alcançar o objectivo comum como ; a segurança alimentar, o balance entre a Exportação e Importação em apoiar sustentavelmente o desenvolvimento nacional em todas as áreas.

Deveremos iniciar já os nossos passos da nação de pensar e materializar a nossa politica nacional e o plano estratégico de transformar os Donos do terreno (Agricultores) em todo o território de Timor-Leste, de serem os donos dos fundos no Banco Financeiras, com a nova forma de estabelecer nova Politica Nacional via ‘‘Acordo compartilhada’’, entre o Governo, o Dono do Terreno e a Empresa Estatal, em usufruir as vargens passivas ou abandonados em todos Municípios, com o fim de reactivar os mesmos para produzir produtos orgânicos com o valor económico e trazer as receitas para o pais sem depender permanentemente nas receitas do petróleo e gases de Timor-Leste.

Usufruir os terrenos desta caracter de Acordo Compartilhadas segundo a nova Lei de Terra e Propriedade ou a nova Lei da Reforma Agraria da RDTL devera ser o primeiro arranque de resolver as questões de socio-economia e socioculturais para melhorar a vida do povo e reforçar as organizações e distribuições das riquezas do pais ao povo e produzir a politica nacional para gerir racionalmente e sustentavelmente as receitas incluindo os nossos esforços para moderar o crescimento da população de Timor-Leste na sua perspectiva, sem romper grandes ameaças multidimensionais no futuro.

AUTOR; DIPLOMATA, ALUMNI UNTIM NA AREA DE SOCIO ECONOMIA, POST GRADUACAO NA DEFESA E SEGURANCA NO INSTITUTO DEFESA NACIONAL-ISCPI UNIVERSIDADE LISBOA-PORTUGAL, JANEIRO 2014. (VIVE EM MANATUTO).

(POR FAVOR INVESTIGAR NO GOOGLE ESCREVER; SAMORO MALIYAIN E ABRIR ARQUIVO DA RESISTENCIA)

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