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“O povo de Timor-Leste está reconstruindo com o seu próprio suor, com o seu próprio sangue uma pátria revolucionaria democrática, uma terra livre para gente livre”.

7 Dezembru 1975
Invazaun Militar Indonesia nian ba Timor-Leste
TIMOR-LESTE


Interview with
Fernando Lasama de Araujo: On the road to democracy, where the streets have no name

 
 
   

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

RESPOSTA AO JORNAL THE AUSTRALIAN

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO

Dili, 26 de Dezembro de 2008

De acordo com o Jornal The Australian, num artigo publicado na edição de terça-feira (23/12), da autoria do Jornalista Mark Dodd (“East Timor 'at risk of anarchy' says UN report”), Timor-Leste vive uma situação caótica:

“EAST Timor risks a repeat of the anarchy that gripped the country in 2006, as it has a dysfunctional police force, a chaotic justice system, a divided political leadership grappling with "dismal" social problems and an economy facing a "precipitous fall" in oil revenue.”

O autor referiu como fonte um alegado relatório, elaborado pelas Nações Unidas que teria como objectivo fundamentar decisões para futuras missões da ONU em Timor-Leste. Contudo, a natureza de tal fonte assenta em fugas de informação ou, muito possivelmente, em informações muito convenientes com interesses e intenções políticas e geoestratégicas por trás desta divulgação.

De acordo com o comunicado da imprensa UNMIT (24/12), a situação interna em Timor-Leste (2008) é perfeitamente normal, como indica o título do comunicado “Progresso de Timor-Leste em 2008, Situação Calma e Pacifica”.
Assim, o alegado relatório não partiu da ONU e trata-se, mais uma vez, de se alimentarem especulações, com outros interesses, tendo como finalidade atingir determinados objectivos: políticos, económicos e geoestratégicos.

Mais se acrescenta que em reunião trilateral, composta pela UNPOL, ISF e autoridades timorenses, depois de avaliada a situação nos últimos meses, ao nível da segurança interna, se considerou que esta melhorou em todos os aspectos. Esta conjuntura é reflexo da cooperação entre as Forças Internacionais (UNPOL, ISF) e as Autoridades Nacionais, PNTL e F-FDTL.

Também, em conferência de imprensa realizada esta Segunda-Feira (22/12), depois de reunião entre o Inspector Interino da PNTL, Afonso de Jesus, e a UNPOL, a mesma situação, segurança interna, foi, em termos gerais, avaliada positivamente.

Perante esta campanha de desinformação do jornal The Australian, passamos a desconstruir a tese defendida pelo autor do artigo e sobre Timor-Leste, reportando alguns factos:

· A estabilidade e segurança que se verifica nos últimos anos reflectem o trabalho e dedicação da nossa Polícia Nacional. Verificamos, no terreno, que parte da normalidade que se vive na nossa sociedade se deve ao exercício da sua responsabilidade de repor a ordem pública. Significa que temos funcionalidade dentre das estruturas policiais.

· Problemas judiciais, não são problemas exclusivos de Timor-Leste, mas, infelizmente, de quase todo o mundo, inclusivamente nos países ditos do primeiro mundo.

· A divergência faz parte de natureza humana e o povo de Timor-Leste e sua liderança timorense não são, também aqui, excepções. Consideramos que as divergências, naturais em democracia, não contribuirão para uma eventual anarquia como descreve The Australian na sua reportagem.

· Este Governo, liderado pelo Primeiro-ministro Kay Rala Xanana Gusmão, em apenas em ano, conseguiu resolver os problemas pendentes, herdados da crise politica e militar de 2006. Em cerca de ano e meio, foram solucionadas as situações relacionadas com os IDPs, peticionários, pensões dos idosos, vulneráveis e antigos combatentes da libertação nacional.

· A crise financeira é internacional e tem provocado instabilidade nos preços do petróleo e escassez dos produtos alimentares. Esta crise tem afectado todo o mundo, incluindo as grandes economias. Perante esta realidade, o Governo de Timor-Leste criou um Fundo de Estabilização Económica (FEE) para responder à crise actual e a outras que eventualmente a sucedam.

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